Na dúvida, é melhor ter no carro...
O VINAGRE E O BAFÔMETRO.
NÃO DEMOROU QUASE NADA PARA INVENTAREM A TRETA! BRASILEIRO NÃO TEM
JEITO MESMO...
O bafômetro não mede o nível de álcool e sim, a presença de cetona, que é o efeito da queima de gordura.
Como o álcool diminui o açúcar no sangue, o corpo passa a queimar gordura e, como conseqüência, o hálito começa a apresentar corpos cetônicos.
OBS: Pessoas em dieta de Atkins, ou em jejum, também apresentam corpos cetônicos no hálito, em virtude da ausência de carboidratos causada pela dieta. Como conseqüencia dessa falta, o organismo queimará gordura.
Mas a mutreta do bafo é a seguinte: leve sempre no carro um vidrinho de vinagre e a qualquer sinal de blitz, tome um gole, porque o ácido acético (denominação química do vinagre) reage com a cetona, dando como resultado o acetato, que é indetectável no bafômetro.
Ricardo - Engenheiro Químico e CACHACEIRO
(da fábrica de Vinagre de Lucélia - SP)
domingo, 24 de julho de 2011
ACHOU QUE O WALMART DAQUI TINHA DE TUDO ?? Então veja o da China!!!!
Crocodilos:
ARROZ (muito arroz...) :
SELECAO DE CARNES (todo mundo mete a mão...) :
SUCO DE LARANJA COM OLEO DE COZINHA (promoção no mínimo estranha...):
TARTARUGA , SAPOS E OUTRA COISAS...
VOCÊ DECIDE O QUE É ISSO! (E É BEM CARO...)
BEBIDAS (BARATINHO...)
COSTELA DE PORCO
RÉPTEIS SECOS (PODE ESCOLHER...)
CAIXAS DE LICOR (ESSE EU GOSTEI. UM LUXO!!!)
SAPOS (ME PARECE QUE ESTÁ NA PROMOÇÃO...)
Chopsticks
PATOS (PREFIRO OS NOSSOS FRANGOS DE PADARIA...)
BALA DE CARNE (huumm!!! Deve ser uma "delícia"...)
CARA DE PORCO (o focinho vai de brinde...)
CUECA Antibacteriana:
AGUA DIET (diet????)
AGUA COM SABOR DE CARNE (outra "delícia"...)
Pickles (VEM COM BRINDE SURPRESA...)
100% LEITE DE CAVALO EM PÓ - NÃO PÔNEIS
Cruuuuuuuuuuuuuuuuzes!
COISAS DA VIDAS
...Aí a briga começou!
Ela perguntou: - O que tem na TV?
Eu disse: - Poeira.
Aí a briga começou...
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Minha esposa estava dando dicas sobre o que ela queria para seu aniversário que estava próximo.
Ela disse: - Quero algo que vá de 0 a 100 em cerca de 3 segundos.
Eu comprei uma balança para ela.
Aí a briga começou...
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Quando cheguei em casa ontem à noite, minha esposa exigiu que a levasse a algum lugar caro.
Então eu a levei ao posto de gasolina.
Aí a briga começou...
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Depois de aposentar-me, fui até o INSS para poder receber meu benefício. A mulher que me atendeu solicitou minha identidade para verificar minha idade. Chequei meus bolsos e percebi que a tinha deixado em casa. Disse à mulher que lamentava, mas teria que ir até minha casa e voltar depois. A mulher disse: - Desabotoe sua camisa.
Então, desabotoei minha camisa deixando exposto meus cabelos crespos prateados. Ela disse: - Este cabelo prateado no seu peito é prova suficiente para mim. E processou meu benefício.
Quando cheguei em casa, contei entusiasmado o que ocorrera para minha esposa.
Ela disse: - Por que você não abaixou as calças? Você poderia ter conseguido auxilio-invalidez também...
Aí a briga começou...
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Minha mulher estava nua, se olhando no espelho do quarto de dormir. Ela não está feliz com o que vê e diz: - Sinto-me horrível; pareço velha, gorda e feia. Eu realmente preciso de um elogio seu.
Eu disse: Sua visão está ótima!
Aí a briga começou...
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Voltei do médico após uma consulta e minha esposa toda preocupada, pergunta-me:
- E então, o que o médico lhe disse?
De pronto, eu respondi:
- A partir de hoje, não faremos mais amor, estou proibido de comer qualquer coisa que tenha gordura.
Aí a briga começou...
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Recebi este e-mail e repassei para minha esposa . . . .
Aí a briga começou...
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sexta-feira, 22 de julho de 2011
CAFETIZAÇÃO DA IMPRENSA (PARTE) EM DUQUE DE CAXIAS
ARRENDAMENTO AMEAÇA A
CREDIBILIDADE DOS JORNAIS
CREDIBILIDADE DOS JORNAIS
Já é quase tradição os jornais locais, semanários ou mensais, aderirem a um dos candidatos, levando em conta as relações pessoais dos donos de jornais e os interesses políticos e econômicos que eles defendiam. Hoje, com as mudanças introduzidas pela Constituição de 1988, temos mais de 30 partidos e, até o momento, temos seis candidatos declarados à sucessão do prefeito Zi
to, candidato à reeleição. O que mudou é que os jornais, ao invés de apoiarem o candidato por convergência de opinião e postura política, estão enveredando pelo perigoso e, no mínimo antiético, terreno do “arrendamento”, isto é, a direção do veículo faz exatamente o que fazem os presidentes dos chamados partidos nanicos, que alugam a legenda para quem se dispuser a gastar dinheiro nas eleições.
E o primeiro passo foi dado pelo deputado federal Washington Reis (PMDB), um dos candidatos apoiados pelo governador Sergio Cabral e que arrendou o semanário “Folha da Cidade”, do pastor e ex-vereador Vaguinho. O jornal estava fora de circulação há quase dois anos e o relançamento coincidiu com a inauguração da nova sede do PMDB, numa espaçosa casa na Rua Marechal Floriano, bairro 25 de Agosto, na valorizada zona bancária da cidade. E para deixar claro quem manda no jornal, o deputado Washington Reis transferiu a redação do jornal, que funcionava há mais de 20 anos no interior da gráfica da família do ex-vereador Neuber Dutra, pai de Vaguinho, para a nova sede do partido.
A decisão do deputado Washington Reis deverá modificar os planos de propaganda dos outros concorrentes, que irão buscar jornais que aceitem “assimilar” suas candidaturas, o que poderá resultar na disputa feroz entre os jornais da cidade, que há anos perderam a identidade com seus leitores, limitando-se a publicar os “releases” enviados pela Prefeitura, a Câmara, o Governo do Estado, a Assembléia Legislativa e até empresas privadas. Assim, o arrendamento pode ser comercialmente vantajoso para os donos dos jornais, mas, passadas as eleições, eles voltarão às mãos de seus donos com a marca do candidato que apoiaram. E nesse caso, só o vencedor poderá comemorar a opção, pois os demais perderam credibilidade, produto em falta na mídia brasileira, na medida em que a grande imprensa (rádio, jornal e TV), que tem no Governo e nas estatais a fonte certa de recursos publicitários, passa a omitir fatos, quando não os deturpa, como vem ocorrendo com a instalação de UPPs, o funcionamento das UPAs, a falta de saneamento básico, a longa greve de bombeiros e professores, entre outros itens que afetam o dia-a-dia do cidadão comum.
Além de fecharem o “negócio” com um veículo de comunicação, os candidatos devem avaliar se sairão mais ricos, ou mais pobres, em termos de credibilidade junto ao eleitor, assunto em que a mídia continua tateando. Nesse “fechamento” com os jornais, os candidatos também e preferentemente devem analisar a conduta ética e o viés da legalidade junto aos tribunais eleitorais. Como dizem os “croupiers”: Façam o jogo, Senhores!
to, candidato à reeleição. O que mudou é que os jornais, ao invés de apoiarem o candidato por convergência de opinião e postura política, estão enveredando pelo perigoso e, no mínimo antiético, terreno do “arrendamento”, isto é, a direção do veículo faz exatamente o que fazem os presidentes dos chamados partidos nanicos, que alugam a legenda para quem se dispuser a gastar dinheiro nas eleições.E o primeiro passo foi dado pelo deputado federal Washington Reis (PMDB), um dos candidatos apoiados pelo governador Sergio Cabral e que arrendou o semanário “Folha da Cidade”, do pastor e ex-vereador Vaguinho. O jornal estava fora de circulação há quase dois anos e o relançamento coincidiu com a inauguração da nova sede do PMDB, numa espaçosa casa na Rua Marechal Floriano, bairro 25 de Agosto, na valorizada zona bancária da cidade. E para deixar claro quem manda no jornal, o deputado Washington Reis transferiu a redação do jornal, que funcionava há mais de 20 anos no interior da gráfica da família do ex-vereador Neuber Dutra, pai de Vaguinho, para a nova sede do partido.
A decisão do deputado Washington Reis deverá modificar os planos de propaganda dos outros concorrentes, que irão buscar jornais que aceitem “assimilar” suas candidaturas, o que poderá resultar na disputa feroz entre os jornais da cidade, que há anos perderam a identidade com seus leitores, limitando-se a publicar os “releases” enviados pela Prefeitura, a Câmara, o Governo do Estado, a Assembléia Legislativa e até empresas privadas. Assim, o arrendamento pode ser comercialmente vantajoso para os donos dos jornais, mas, passadas as eleições, eles voltarão às mãos de seus donos com a marca do candidato que apoiaram. E nesse caso, só o vencedor poderá comemorar a opção, pois os demais perderam credibilidade, produto em falta na mídia brasileira, na medida em que a grande imprensa (rádio, jornal e TV), que tem no Governo e nas estatais a fonte certa de recursos publicitários, passa a omitir fatos, quando não os deturpa, como vem ocorrendo com a instalação de UPPs, o funcionamento das UPAs, a falta de saneamento básico, a longa greve de bombeiros e professores, entre outros itens que afetam o dia-a-dia do cidadão comum.
Além de fecharem o “negócio” com um veículo de comunicação, os candidatos devem avaliar se sairão mais ricos, ou mais pobres, em termos de credibilidade junto ao eleitor, assunto em que a mídia continua tateando. Nesse “fechamento” com os jornais, os candidatos também e preferentemente devem analisar a conduta ética e o viés da legalidade junto aos tribunais eleitorais. Como dizem os “croupiers”: Façam o jogo, Senhores!
Fonte: Blog do Alberto Marques
quinta-feira, 21 de julho de 2011
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