domingo, 13 de março de 2011

11 alimentos que desintoxicam seu corpo e turbinam a sua saúde

Eles ajudam a eliminar as toxinas e impurezas do organismo de forma natural


Publicado em 1/6/2010 por Natalia do Vale
Basta exagerar um pouco no consumo de guloseimas e petiscos que a intoxicação bate a sua porta e causa estragos. Falta de apetite, inchaço, náuseas, vômitos e diarreia são apenas alguns dos sintomas.

Sem falar aquela sensação de que passou da conta. A desintoxicação consiste no processo de eliminação dos excessos e das toxinas acumuladas no organismo.

Essas toxinas são substâncias nocivas encontradas em aditivos, conservantes, corantes, adoçantes ou mesmo na poluição. Se por um lado, a alimentação pode causar intoxicação, por outro lado, existem alimentos como frutas e grãos, que ajudam a desintoxicar o organismo de forma natural e saudável.

A seguir, a nutricionista da Unifesp e da Fundação Uniban, Ana Maria Figueiredo preparou uma lista com alimentos para lá de recomendados para esta missão.  
  • abacaxi
  • Arroz
  • Maça
  • Mel
  • Melancia
  • Laranja
  • gengibre
  • Couve
  • Berinjela
  • Hortelã
  • salsão
abacaxi
O abacaxi é diurético, facilita a digestão, especialmente de carnes, e desobstrui o fígado

Sete alimentos que combatem a ansiedade

Ricos em vitaminas e aminoácidos, eles melhoram a tranquilidade e a disposição


Publicado em 4/3/2011 por Roberta Vilela
Está cada vez mais difícil manter a calma? Todo mundo vive dizendo que você é uma pessoa ansiosa? A ansiedade provoca uma bagunça nas emoções e de quebra ainda reflete na saúde. Quando em excesso, ela desencadeia a sensação de mal-estar e te impede de viver a vida com mais leveza, sem tanta angústia em relação ao que ainda está por vir. Os ataques de gula também são creditados a ela. Existem tratamentos e terapias para controlar a ansiedade, mas sabia que a alimentação também pode ajudar a domar este furacão interno? Alguns alimentos contêm aminoácidos e vitaminas essenciais, que atuam diretamente diminuindo o estresse, combatendo a ansiedade e aumentando os níveis de serotonina, responsável pelo bem-estar e pelo relaxamento. A seguir, conheça os sete alimentos campeões para aquietar a mente. 
  • frutas cítricas - foto Getty Images
  • leite, ovos e queijos - foto Getty Images
  • carboidratos - foto Getty Images
  • banana - foto Getty Images
  • carnes e peixes - foto Getty Images
  • chocolate - foto Getty Images
  • espinafre - foto Getty Images
frutas cítricas - foto Getty Images
Frutas cítricas: Estudos comprovaram que a vitamina C, presente nas frutas cítricas, diminui a secreção de cortisol, hormônio liberado pela glândula adrenal em resposta ao estresse e à ansiedade e responsável por transmitir a notícia de estresse para todas as partes do corpo. Seu consumo promove o bom funcionamento do sistema nervoso e aumenta a sensação de bem-estar. "Vitaminas e minerais, como a vitamina C, por exemplo, são perdidas nos quadros de estresse e ansiedade, além de queda de açúcar no sangue (hipoglicemia). Por isso, existe a necessidade de suprir essas carências", ressalta a nutricionista Rosana Farah, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade.

VAGAS REDUC


Quem tiver algum conhecido precisando veja abaixo.
Att.: Enviar aos cuidados de DANIELLE VILLAÇA - COORDENADORA DE SELEÇÃO DE PESSOAL


No campo assunto: *escrever o cargo, o bairro onde mora e o estado.*
Exemplo: Secretária Executiva - Vista Alegre - RJ


Há muitas oportunidades de trabalho neste E-mail. Se não forem válidas para você, mande para alguém que conheça que possa se interessar.


A Reduc (através de empresas contratadas pela Petrobras), está selecionando pessoas que se enquadrem nos cargos abaixo:


O endereço do e-mail é:
grupomultinacional@yahoo.com.br *Não esquecer de anexar o curriculum vitae ao e-mail.*

Conforme necessidade de contratação de empresas que trabalham na área petroquímica, selecionamos com urgência PARA LOTAÇÃO EM DUQUE DE CAXIAS :


Administrador de contratos de construção;
Ajudante;
Almoxarife;
Analista de software;
Analista de comunicação;
Analista de controle;
Analista de logística;
Analista de Meio Ambiente ;
Analista de Suporte;
Analista de Treinamento;
Aplicador de Gunite;
Apontador;
Apropriador;
Armador;
Arquivista Técnico;
Assistente Técnico 1;
Assistente Social;
Assistente administrativo;
Assistente Técnico;
Auditor de QSMS;
Auxiliar Administrativo;
Auxiliar de Compras e Arquivo;
Auxiliar de Comunicação;
Auxiliar de Segurança do Trabalho;
Auxiliar de Meio Ambiente ;
Auxiliar de Contabilidade
Auxiliar de Custos;
Auxiliar de Documentação;
Auxiliar de Produção;
Auxiliar de Riguer;
Auxiliar de Topografia;
Auxiliar de Pessoal;
Auxiliar Técnico;
Caixa;
Caldeireiro;
Carpinteiro
Chefe Administrativo de Obras;
Comprador Bulk Materials;
Comprador de Consumo;
Comprador de Equipamentos;
Contador;
Coordenador Técnico de Comissionamento;
Coordenador de Compras;
Coordenador de Controle de Qualidade;
Coordenador de Documentação;
Coordenador de Meio Ambiente ;
Coordenador de Planejamento;
Almoxarifado e Diligenciamento;
Coordenador de Saúde;
Coordenador de Arquivo Técnico;
Coordenador Técnico;
Copeiro;
Desenhista de Tubulação;
Desenhista Cadista;
Desenhista Projetista;
Eletricista F&C;
Eletricista de Manutenção;
Encanador Encarregado;
Encarregado de Armação;
Encarregado de Aterramento;
Encarregado de Canteiro / Apoio
Encarregado de Carpintaria;
Encarregado de Drenagem;
Encarregado de Frente;
Encarregado de Obras de Estaqueamento
Encarregado de Obras do Pátio Industrial;
Encarregado de Rigger;
Encarregado de Serviços Gerais / Transporte;
Encarregado de Obras de Edificações e Acabamentos
Encarregado de Terraplanagem e Pavimentação ;
Encarregado de Pessoal;
Enfermeiro NS
Engenheiro Resp. de Construção Civil;
Engenheiro Resp. de Montagem Eletromecânica;
Engenheiro Auxiliar;
Engenheiro Civil;Engenheiro de Comissionamento
Engenheiro de Custos;
Engenheiro de Elétrica e Instrumentação;
Engenheiro de Meio Ambiente ;
Engenheiro de Planejamento ( Project );
Engenheiro de Produção;
Engenheiro de Programação;
Engenheiro de Projeto;
Engenheiro de Segurança;
Engenheiro de Tubulação / Processo;
Engenheiro Elétrica / Instrumentação;
Engenheiro Gerente de Produção;
Engenheiro JR;
Engenheiro Mecânica / Est. Metálica;
Faxineiro;
Feitor;
Funileiro;
Gerente;
Gerente da Garantia de Qualidade;
Gerente de Administração Contratual e Riscos;
Gerente de Administração e Finanças;
Gerente de Construção e Montagem;
Gerente de Engenharia;
Gerente de Planejamento, Controle e Custos;
Gerente de Projeto;
Gerente de Sistema de Gestão;
Gerente de SMS;
Gerente de Suprimentos;
Gerente de TI;
Guindasteiro acima de 140 T;
Guindasteiro até 140 T;
Inspetor Civil;
Inspetor de Elétrica;
Inspetor de Instrumentação;
Inspetor de Pintura;
Inspetor Dimensional N1;
Inspetor de Equipamentos;
Inspetor LP e PM; I
Inspetor N1;
Inspetor Preservação;
Inspetor Técnica em Elétrica ;
Inspetor Técnica em Mecânica;
Inspetor Tubulação;
Instrumentador Eletrônica;
Instrumentador Montador;
Instrumentador Tubista;
Isolador;
Jatista;
Lixador;
Lubrificador;
Maçariqueiro;
Marteleteiro;
Mecânico Ajustador;
Mecânico de Manutenção;
Médico - 4 horas;
Médico - 8 horas;
Mestre;
Mestre de Obras;
Montador;
Montador de Andaime;
Motorista Caminhão Basculante;
Motorista Caminhão Pipa;
Motorista Cavalo Mec;
Motorista Comboio - Trator;
Motorista de Ambulância;
Motorista de Caminhão Leve;
Motorista de Carro Leve;
Motorista Munck;
Nivelador;
Office - Boy;
Oper. Conj. Eqtº Pavimentação;
Operador Bate Estaca;
Operador Compactador;
Operador Compressor;
Operador JLG;
Operador Maquina de Gunite;
Operador Moto Niveladora;
Operador Pá Mecânica / Escavadeira;
Operador Retro Escavadeira;
Operador Serra Circular;
Operador de Sistema;
Operador Sistema dos Materiais;
Operador Trator Esteira;
Operador Empilhadeira LG;
Operador PDMS (Maquete Eletrônica);
Operador Rolo Vibratório;
Operador Trat. Térmico;
Operador Vibrocravador;
Pedreiro;
Pintor;
Planejador de Materiais;
Programador;
Projetista;
Psicólogo;
Recepcionista;
Recrutador;
Rigger;
Secretaria;
Secretaria Executiva;
Soldador;
Supervisor de Almoxarifado;
Supervisor de Diligenciamento da Inspeção;
Supervisor de Logística;
Supervisor de Materiais;
Supervisor de Mecânica;
Supervisor de Elétrica;
Supervisor de Instrumentação;
Supervisor de Qualidade Construção Civil;
Supervisor de Solda;
Supervisor Trat. Térmico;
Supervisor de Tubulação;
Supervisor de Segurança;
Técnico;
Técnico de Enfermagem;
Técnico de Montagem de Suportes;
Técnico de Control CIV;
Técnico de Control ELE;
Técnico de Control INS;
Técnico de Control MEC;
Técnico de Control TUB;
Técnico de Documentação;
Técnico de Estruturas;
Técnico de Mecânica;
Técnico de Medição;
Técnico de de Meio Ambiente ;
Técnico de Planej. Cond e Comissionamento;
Técnico de Planej. de Elétrica;
Técnico de Planej. de Instrumentação;
Técnico de Planej. Mecânica e Estrutura Metálica;
Técnico de Planej. de Tubulação;
Técnico de Planejamento;
Técnico de Planejamento de Campo;
Técnico de Rigger;
Técnico de Segurança;
Técnico de SGC;
Técnico de Tubulação;
Técnico de Visual SOP;
Técnico de Sistema de Qualidade;
Técnico em Elétrica;
Técnico em Instrumentação;
Técnico em Mecânica;
Técnico em Planejamento;
Técnico em Tubulação e Caldeiraria ;
Técnico Instrumentação;
Técnico Material;
Topógrafo;
Torneiro Mecânico;
Técnica em Automação Industrial;
Técnica em Documentação.

sábado, 12 de março de 2011

DUQUE DE CAXIAS CRIA SUPERINTENDÊNCIA DA JUVENTUDE


O prefeito de Duque de Caxias, José Camilo Zito dos Santos Filho, cumpriu neste início do mês mais, uma promessa de campanha a criação da "Superintendência da Juventude". Reivindicação antiga dos movimentos jovens, e da sociedade o novo órgão, será vinculado a Fundec, presidida pela Professora Roberta Barreto, e, terá como Superintendente o Jovem trabalhador Vinicius Veiga, conhecido também como Vinicius do PV, que vem se destacando na Cidade, através de trabalhos relevantes para o público jovem, quando esteve á frente até recentemente da Casa da Juventude presidida por ele. Hoje a casa evoluiu para uma Oscip, e continua atendendo aos jovens nas Unidades de Itatiaia (Matriz), Jardim Gramacho e Capivari, com víeis de atendimento em outras localidades até o fim de 2011. Vinicius pretende usar a experiência adquirida com jovens quando esteve á frente da “Casa”, para propor aos secretários municipais, ao poder legislativo e executivo ações voltadas aos jovens da municipalidade nos quatro distritos. Consultado pelo Blog,  Vinicius Veiga informou que, o mês de março será usado para o planejamento e a construção dos espaços fisicos de trabalho e atendimento aos jovens, mas que, também será possível a observação de ações relevantes executadas pela Superintendência voltadas ao público jovem. Estas iniciativas fomentadas pelo Superintendente e pelo grupo de jovens, que integram junto com ele a pequena estrutura da Superintendência. São ações propostas em fóruns de discussão, palestras, oficinas e espaços formativos, que tornaram possíveis a criação de um elenco de propostas em atendimento as demandas jovens. Outro fator importante observado por Vinicius e a criação de uma agenda de reunião, onde o mesmo vai propor aos demais secretários, o repasse das contratações e os projetos que possuem identificação com a Superintendência da Juventude, mas, pela  inexistência da “pasta jovem” até a presente momento, foram atendidas em outras secretarias, para que os jovens não ficassem sem o atendimento necessário. Outro fator a ser destacado, é o apoio que diversos setores da prefeitura estão demonstrando em apoio a Superintendência, inclusive pelo fato de marcar uma retomada, na ocupação dos corações e mentes do povo caxiense, que continua a manifestar seu apoio e carisma ao prefeito Zito, a quem considera o maior prefeito da Baixada Fluminense, de Caxias e do Estado do Rio de Janeiro. A população começa a se dar conta efetivamente de como o prefeito tem trabalhado neste mandato para colocar o município com a qualidade “Z”. E vem por uma avalanche de boas novas para o povo caxiense.Entre outras a policlínica em fase final de construção no antigo prédio dos Hospital Duque de Caxias; a Universidade Municipal de Duque de Caxias na Vila Canaã, uma reivindicação dos jovens, e que esta sendo erguida nas  proximidades do pedágio, que deixara por sua vez de dividir o município do quarto distrito (Xerém) a partir de 2013, uma reivindicação da população e mais uma promessa de campanha do prefeito se  realizará através da intervenção do governo Zito; A passarela para o Hospital Moacir do Carmo, em parceria com a Deputada Andreia Zito; O inicio das obras para construção de um prédio em sede da Unidade do Pedro II no Bairro centenário, próximo ao Prezunic. Na área de lazer o prefeito tem priorizado a reforma, e construção de espaços locais para manifestações culturais, de esporte e lazer: como praças de esportes e afins. Apesar de boa parte da população não perceber claramente. Existia diversas regiões na cidade que ainda não havia recebido um saneamento básico de qualidade, porém o prefeito tem trabalhado incansavelmente neste setor, chegando a fazer o calçamento de bairros inteiros no interior do município. É com esta proposta de trabalho e de palavra, que a Superintendência da Juventude surge, para ampliar o atendimento setorizado nas políticas públicas voltadas para os jovens em situação de risco, os jovens em situação de empregabilidade e emprego, para qualificação e requalificação profissional, na inclusão cultural voltada para o lazer local, e do esporte voltado para o lazer. Diante das novas configurações da família brasileira, frente as suas demandas sociais se torna premente uma atenção maior aos jovens. Sabemos que, todo o inicio de atividade e difícil, muito se aprende com a teoria que orienta a prática, mas, certamente, os jovens da Superintendência orientados por Vinicius Veiga, com garra e compromisso, e sabedores do seu papel na história como precursores deste movimento, não pouparão trabalho e dedicação nesta oportunidade impar  de levar a voz dos jovens ao mais alto grau da construção democrática cidadã de Duque de Caxias. Parabéns, prefeito pela iniciativa e pela escolha acertada. Nosso blog também foi informado que nesta segunda-feira dia 14 de março a Superintendência da Juventude, fará a sua estréia aos caxienses na participação efetiva da inauguração de mais uma UNET - no Bairro Pilar - a Unidade de Emprego e Trabalho, vinculada a Fundec, e a Superintendência da Juventude através da Prefeitura terá uma capacidade instalada para qualificação de mais de 1000 jovens e adultos por mês. Dia 31 de março a Superintendência, apresentará para um grupo de convidados a sua proposta de trabalho e sua composição formal, e as expectativas diante deste novo projeto da prefeitura  aos presentes, a imprensa local, a grande imprensa, e todos os setores que confirmarem a presença na ocasião. O encontro será realizado no auditório  da Universidade Estácio de Sá, e esta previsto para iniciar as 18:00.    

Acidente em Fukushima é menos grave que Chernobyl, afirma Japão

Redação SRZD | Internacional | 12/03/2011 16h35
O acidente na usina de Fukushima é menos grave que os ocorridos em Chernobyl (foto) e Three Mile Island. A afirmação foi feita neste sábado pela Agência de Segurança Nuclear do Japão. O sinistro ocorrido na unidade de proteção atômica foi classificado pelo órgão como de nível 4, de acordo com a Escala International Nuclear e Radiológica (INES). Os índices na medição vão de 1 a 7.
- Acidente pode ser um dos maiores da história, afirma especialista

As diferenças entre os três grandes acidentes atômicos da história são que, no caso de Fukushima, existe a possibilidade de que o tremor de terra e a onda gigante podem ter provocado a sobrecarga nas bombas de refrigeração. Em Three Mile (nível 5), ocorrido nos Estados Unidos em 1979, o colapso do reator foi causado por falhas técnicas e humanas. No caso de Chernobyl (nível 7), na antiga União Soviética em 1986, as falhas no planejamento da usina e na segurança culminaram com as explosões e o grande vazamento de radiação.

Em entrevista à agência de notícias "Reuters", o diretor do Centro de Engenharia Nuclear na Universidade Imperial de Londres, Robin Grimes afirmou que os desastres atômicos no Japão e nos Estados Unidos não podem ser comparados.

"São situações semelhantes levando-se em conta alguns processos que ocorreram, mas não há paralelo porque um caso ocorreu devido a procedimentos de segurança adotados e o outro caso deve-se a um desastre natural", explicou, frisando que ainda não existe confirmação sobre um possível derretimento do reator em Fukushima

Usina tem risco de nova explosão, informa agência atômica do Japão

Redação SRZD | Internacional | 12/03/2011 21h09
Um dia após a explosão de um dos reatores da usina nuclear de Fukushima, a agência responsável pela energia atômica do Japão anunciou no domingo (de acordo com o horário de Tóquio) que o sistema de resfriamento de outro reator está apresentando problemas, com risco de explosão. O sistema de emergência do equipamento parou de funcionar e a principal missão é garantir o suprimento de água para esfriar o reator, segundo um alto funcionário do órgão.

Durante este último sábado, o governo japonês promoveu a retirada de 140 mil pessoas de suas casas na região onde ocorreu a explosão do primeiro reator (devido ao terremoto seguido de tsunami), em um raio de até 30 quilômetros de distância. Autoridades confirmaram o vazamento de vapor radioativo, mas insistem que a quantidade não oferece risco para a população. Até o momento, a agência atômica japonesa reconheceu que pelo menos nove pessoas ficaram expostas à radiação.
 Veja também
- Acidente é nível 4 em escala que vai até 7
- Vídeo: o momento da explosão na usina
- Sidney Rezende: 'O Japão está próximo

BOA DICA PARA ESTA SEMANA

Conferência discute papel do Brasil nos temas globais


Foresight Brazil Conference ocorrerá em São Paulo, no dia 17 de março, e resultará em livro a ser publicado pelo Ipea
O presidente do Ipea, Marcio Pochmann, o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Instituto, Jorge Abrahão, e o coordenador-geral da Diretoria de Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais, Marcos Cintra, participam, no dia 16 de março, da abertura da conferência Traçando Novos Rumos: o Brasil em um Mundo Multipolar. O evento será realizado no Tivoli São Paulo Mofarrej, na Alameda Santos, 1.437, Cerqueira César, em São Paulo (SP). No dia 17 (confira a programação abaixo), a conferência será aberta ao público. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail eventos@ipea.gov.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
A Foresight Brazil Conference é parte do Programa Foresight, que promove o debate de temas sociais, econômicos e de política externa. Ela reunirá uma ampla rede de lideranças políticas, executivos e acadêmicos internacionais, assim como jornalistas e correspondentes da mídia global. Conferências semelhantes já foram organizadas na China, Índia e outros países emergentes.
O seminário é promovido pelo Policy Network, centro de estudos internacional sediado em Londres, e pelo Alfred Herrhausen Society, fórum internacional do Deutsche Bank, com o apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Grupo de Análises Internacionais (GACINT) do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP).
Além da participação e auxílio na organização do seminário, o Ipea será responsável pela publicação, em português, de um livro com os artigos selecionados.
                               Confira a programação (17 de março de 2011)
10h - Credenciamento
11h às 11h15
- Comentários de aberturaJosef Ackermann, Presidente do Deutsche Bank


11h às 13h


- Alcançando crescimento e desenvolvimento: o que mais há em uma era global?Peter Mandelson, Presidente do Instituto Policy Network
Alexandre Tombini, Presidente do Banco Central do Brasil (a confirmar)
Luciano Coutinho, Presidente do BNDES
José Vieira da Silva, Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento de Portugal
Andrés Velasco, Professor de Finanças na Universidade Harvard e ex-Ministro da Fazenda do Chile
Moderadora Ana Paula Padrão, TV Record (a confirmar)
13h às 14h - Almoço
14h às 16h - O papel do Brasil em um mundo multipolarCelso Amorim, Ex-Ministro das Relações Exteriores do Brasil
Wu Jianmin, Presidente, Universidade de Relações Internacionais da China
Sunil Khilnani, Professor de Estudos do Sudeste Asiático, Johns Hopkins University
Frans Timmermans, Membro do Parlamento da Holanda e ex-Ministro de Relações Exteriores
Moderador Gideon Rachman, Editor-chefe de Assuntos Internacionais do Financial Times
16h às 16h15 - Comentários finaisRoger Liddle, Diretor do Conselho do Policy Network
João Grandino Rodas, Reitor da Universidade de São Paulo

O trabalho intelectual no Brasil de hoje

Nomeado, mas ainda não empossado para dirigir a Fundação da Casa de Rui Barbosa, eu não queria seguir alimentando mais entrevistas, declarações, palavras, enfim, depois de ter sugerido as ideias inicias com que pretendemos nortear o trabalho na direção da Casa.

No entanto, uma vez instaurado um debate saudável – um primeiro objetivo, o de suscitar o debate sobre a função de um espaço cultural público no momento que vive o país -, com as inevitáveis e bem vindas reações e as negativas manipulações ou edições unilaterais de matérias, vale a pena voltar ao assunto, com um breve texto de responsabilidade totalmente minha.

Antes de tudo, para reafirmar o respeito por todo o extraordinário trabalho que a FCRB vem desenvolvendo, seja na conservação do acervo, na pesquisa, na promoção de eventos e em tantas outras atividades, que o consagrou como um espaço de referência nessas atividades, em que abriga alguns dos melhores pesquisadores das distintas especialidades a que a Casa se dedica. Isto nunca esteve em questão. Trabalharemos, em estreita colaboração com o MINC e a Ministra Ana de Hollanda, assim como com outras instâncias do governo que já manifestaram interesse concreto em articular suas atividades considerando a Casa como um espaço de reflexão de todas as Secretarias do MINC, assim de outros Ministérios do governo – como o MCT, o Ministério da Saúde, de Comunicação, da Educação, do Meio Ambiente, dos Esportes, as Secretarias de Políticas para as Mulheres, dos Direitos Humanos, de Igualdade Racial, dos Esportes. A Casa buscará ser, além de todas as tarefas que já cumprem de forma efetiva, um espaço mais integrado ao MINC e ao governo federal, instâncias às quais pertence institucionalmente.

Essas demandas, junto à necessidade de incentivar debates que ajudem a compreensão do Brasil contemporâneo – além daqueles que a Casa já desenvolve – nos levam a programar atividades específicas, dirigidas a decifrar as imensas transformações que o Brasil sofreu nas duas últimas décadas. É uma lacuna que já apontava a conversa que tivemos com a atual Presidenta Dilma, quando Marco Aurélio Garcia e eu fazíamos uma entrevista para o livro "O Brasil, entre o passado e o futuro" (Editoras Perseu Abramo, organizado por Marco e eu), quando constatávamos como faz falta hoje ao Brasil um novo impulso teórico e cultural, que sempre acompanhou os momentos de grandes transformações politicas do país.

Recordávamos como isso ocorreu nos anos 30, concomitantemente ao primeiro governo do Getúlio, que dava origem ao Estado nacional contemporâneo, com obras como as de Caio Prado Jr., Sergio Buarque de Holanda, Gilberto Freire, Anísio Teixeira, entre tantos outros. Realizada um pouco antes, mas estendendo sua influência por todas as décadas posteriores, a Semana de Arte Moderna condensou todas as grandes correntes artísticas renovadoras que povoam até hoje a arte brasileira.

Na virada dos anos 50 para os 60 do século XX, juntos aos acelerados processos de urbanização e de industrialização, com o fortalecimento de classes e forças sociais fundamentais no processo de profunda democratização por que passava o país, o desenvolvimento de obras como de Darcy Ribeiro, Celso Furtado, Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso, Werneck Sodré, todo o grupo do ISEB – sem querer mencionar a todos -, enquanto a bossa nova, o cinema novo, o boom e a renovação criativa no teatro brasileiro, assim como nas artes plásticas, agora a presença exponencial de Oscar Niemeyer, Burle Marx, para referir-nos apenas a alguns dos arquitetos e paisagistas. A lista e as atividades são extensas, na maior concentração de arte criativa e original que o Brasil conseguiu produzir em um espaço relativamente curto de tempo. (Certamente se podem acrescentar muito mais nomes e atividades, estas aparecem aqui apenas a titulo de exemplos.)

Não há dúvidas hoje de que o Brasil vive, ao longo da primeira década deste século, que tudo indica que se projetará pelo menos por esta década, um outro período de grandes transformações, que pode ser comparado com os mencionados anteriores, com suas particularidades, tanto na forma dessas transformações, como nos processos políticos que as levam adiante. A consolidação de um modelo econômico intrinsecamente associado à distribuição de renda faz com que o Brasil tenha começado a atacar o principal problema que o país arrasta ao longo dos seus séculos de história: a desigualdade social, que fez com que fôssemos o país mais desigual da América Latina, que por sua vez é o continente mais desigual do mundo.

Pela primeira vez na nossa história estamos conseguindo diminuir de forma significativa a desigualdade no Brasil, e em proporções que nos permitem dizer que a própria estrutura social a que estávamos acostumados – uma pirâmide bem larga na base, que ia se afinando conforme se subia na estrutura social, como um filtro que permitia que poucos pudessem estar no meio e muito menos ainda no topo da pirâmide – mudou radicalmente de figura.

Além de múltiplos outros fenômenos, que projetaram muito mais e de forma distinta o Brasil no mundo, aliado preferencialmente aos países vizinhos da América Latina e aos do Sul do Mundo, que representamos mais de 85% da população do mundo, mas contamos com percentual brutalmente inferior da riqueza mundial. Por isso o lugar do Brasil como potência emergente, que representa uma nova forma de encarar os problemas econômicos, sociais, políticos, energéticos, ambientais, educacionais, culturais, dos direitos das minorias politicas, entre outros, mudou, tendo sido dirigido na primeira fase desse processo por um líder politico de origem no movimento sindical de luta contra a ditadura, seguido pela primeira mulher Presidenta do Brasil, que esteve diretamente vinculada à resistência àquela mesma ditadura – passou a viver o período de sua maior projeção regional e mundial.

Muitos outros aspectos dessas profundas e extensas transformações – a principal das quais, ao diminuir substancialmente as desigualdades, passou a governar para todos no maior mecanismo de inclusão social que havíamos conhecido – podem ser mencionados, para ressaltar a transcendência do momento histórico que passamos a viver na entrada do novo século.

No entanto, sem subestimar a vigorosa e extensa produção intelectual que a vida acadêmica brasileira e outras instâncias inovadoras passaram a produzir nas últimas décadas, é necessário constatar que as transformações que o país vem vivendo, tem se dado em ritmo mais avançado do que o ritmo do avanço da capacidade de produção teórica de dar conta das profundas, diversificadas e novas transformações que o Brasil passou a viver, especialmente nas duas últimas décadas.

O próprio debate eleitoral refletiu isso. Por um lado, a grande maioria dos meios de comunicação, com uma visão sistematicamente crítica do desempenho do governo Lula – que acreditava que já em 2005 o governo estava morto ou ferido de morte, para dar apenas um exemplo da incapacidade de se situar diante das transformações já em curso naquele momento – e que, ao final desse governo, teve que conviver com um Presidente com 87% de apoio e apenas 4% de rejeição. O que dava conta, sinteticamente, como o ponto de vista amplamente majoritário na mídia – em uma mídia que havia reduzido seu pluralismo a espaços residuais – se chocava com o Brasil realmente existente, que havia entrado em um período da maior unificação nacional, de forma consensual, em torno de um projeto protagonizado por esse governo atacado por escrito, nas rádios e nas TVs, sistematicamente.

Por outro lado, é preciso dizer também – como referido em "O Brasil entre passado e o futuro" – que os grandes avanços do governo Lula foram feitos muito mais de forma empírica, pragmática, baseados na extraordinária intuição política do Lula, com ensaios e erros, com exploração de espaços novos e mais fáceis de avançar – como a prioridade das políticas sociais ao invés do ajuste fiscal, da integração regional, ao invés dos Tratados de Livre Comércio com os EUA -, mas sem uma teorização dos passos que se estavam dando, de reflexões estratégicas sobre as direções em que se caminhava, com seu potencial, seus limites, suas contradições.

O certo é que temos que nos orgulhar de todas essas transformações, que estão fazendo do Brasil um país menos injusto, mas como intelectuais, como artistas, temos que constatar que não estamos até aqui correspondendo, com a formulação de grandes debates sobre os caminhos que o Brasil está cruzando, seus potenciais, suas contradições, seus limites, suas novas necessidades. Um debate obrigatoriamente crítico, contraditório, que tem que dar lugar para todas as vozes, uma discussão pluralista, necessariamente multidisciplinar, para abordar todas as esferas e dimensões afetadas pelas transformações em um país tão amplo e contraditório como o nosso.

O mandato que pretendemos levar a cabo na Casa de Rui Barbosa não se choca em nada nem com as atividades que vêm sendo desenvolvidas com grande empenho e rigor na Casa, assim como com os objetivos tradicionais que a trajetória de um personagem ímpar na nossa história, como estadista, homem de visão ampla, de ideológica pluralista, como Rui Barbosa, projetou sobre a nossa história e nos deixou exemplos de formas de abordagens, para sua época de temas contemporâneos candentes, tanto de politica interna, como de defesa dos interesses do Brasil no mundo.

Buscaremos fomentar grandes conferências – mensais ou mesmo quinzenais – com participação dos grandes pensadores contemporâneos que têm, de uma ou de forma, buscado decifrar os enigmas representados pelas novas circunstâncias históricas que vivemos ou pelas tradicionais, revestidas de novas roupagens. Não há limite, nem no número, nem nas correntes dos que serão convidados pela Casa – indo de Marilena Chauí a José Murilo de Carvalho, de José Miguel Wisnik a Caetano Veloso, de Tania Bacelar a Bresser Pereira, de Carlos Nelson Coutinho a Maria Rita Kehl, de José Luis Fiori a Chico de Oliveira (e a lista é necessariamente grande e, ainda assim redutiva). Chamaremos para reuniões periódicas todos os intelectuais e artistas que se disponham a participar, para ouvi-los, escutar suas propostas, promover intercâmbios de ideias sobre os rumos das atividades da Casa. Ao mesmo tempo abriremos um espaço de consulta na página da Casa, para que sugestões de nomes, temas e modalidades de atividade, sejam encaminhados.

Essas conferências, assim como todas as outras que viermos a realizar – seminários sobre Cultura e Politicas Culturais, sobre Propriedade Intelectual, entre outros – serão transmitidas ao vivo pela internet, com possibilidade de participação e formulação de perguntas à distância, com os vídeos sendo arquivados na página da FCRB para serem vistos posteriormente e gravados, se assim se desejar.

Está claro que pretendemos seguir cumprindo todas as atividades atuais da Casa, reforçando-as. Ao buscar dispor de melhores condições de trabalho e de espaço para os acervos, necessariamente temos que ter, como um esforço conjunto da FCRB, junto com o MINC e outras instâncias do Governo Federal que já têm se mostrado sensíveis, o aumento de pessoal, seja mediante novos concursos, seja mais bolsas e outras modalidades de expandir nossa capacidade de trabalho.

Vários outros projetos já foram propostos à Casa – como, em coordenação com a Biblioteca Nacional, desenvolver um amplo trabalho coordenado para a participação do Brasil como país convidado da Feria de Frankfurt de 2013, e realizar um seminário no curto prazo, junto com a Secretaria dos Direitos Humanos, sobre experiências similares à Comissão da Verdade, em países vizinhos, entre outros. Buscaremos as formas e meios para executar esses projetos, o que impossível sem o aumento e a melhoria da capacidade de ação da Casa.

A FCRB e nenhum órgão publico produzem cultura. Eles devem fomentá-la, incentivá-la, gerar as melhores condições de sua produção e difusão. Como disse a Presidenta Dilma na referida entrevista, nós não acendemos foguinhos, mas vamos assoprar a favor todos os que existam ou apareçam. Modestamente a Casa pretende se inserir nessa dinâmica, plural e criativa, de apoiar o surgimento e o fortalecimento das distintas formas de expressão intelectual e artística que nos tornem mais contemporâneos deste momento extraordinário que o Brasil vive.

Em momentos anteriores, o pensamento crítico e os movimentos artísticos de vanguarda apontavam os caminhos de futuro para o Brasil. Hoje devemos dizer que a História avança mais rápido que nossa capacidade de compreensão e de criação culturais correlatas a seu ritmo e a seus novos itinerários. O Brasil tem como um dos seus melhores patrimônios seus artistas e seus intelectuais. Trabalhemos para que a compreensão teórica do Brasil e a criação artística do século XXI, se fortaleçam ainda mais. Nós sopraremos, com todas as forças, todas as milhares de brasinhas que existam e apareçam.

Blog do Emir Sader

Quem tem medo da democracia no Brasil?

O Brasil saiu da ditadura política, mas as transformações estruturais que poderiam democratizar o país nos planos econômico, social e cultural, não foram realizadas. O governo Sarney representou essa frustração, essa redução da democratização aos marcos liberais da recomposição do Estado de direito e dos processos eleitorais.

Em seguida o país foi varrido pelas ondas neoliberais – com os governos de Collor, Itamar e FHC – sofrendo graves retrocessos no plano econômico – com a retração do Estado, com a abertura da economia, com as privatizações -, no plano social – com o retrocesso nas politicas sociais, com a expropriação de direitos da maioria, a começar pela carteira de trabalho –, no plano politico – com o poder do dinheiro corrompendo os processos eleitorais – e no plano cultural – com a consolidação dos grandes monopólios privados da mídia, que concentraram nas suas mãos a formação da opinião púbica.

Foi nesta década que esse processo começou a ser revertido e o Brasil pôde retomar seu processo de democratização. No plano econômico, com o Estado retomando seu papel de indutor do crescimento promovendo o acesso ao crédito a pequenas e médias empresas, com a expansão do mercado interno de consumo popular. No plano social, com a incorporação, pela primeira vez, das grandes maiorias de menor renda ao mercado de consumo e à possibilidade de ter formas de atividades econômicas rentáveis e sustentáveis. No plano político, quebrando o controle das elites mais atrasadas sobre as massas de regiões periféricas do país, com a participação nas politicas governamentais e nos processos eleitorais dos movimentos populares e dos setores até então marginalizados e subordinados politicamente. E no plano cultural, com alguns avanços, como a descentralização das publicidades governamentais, com o surgimento e fortalecimento de mídias alternativas – especialmente da internet -, assim como com um discurso que levanta a autoestima do país, quebra preconceitos em relação ao papel da mídia privada e de comportamentos egoístas da elite brasileira.

Mas as resistências não se fizeram esperar. As pressões para que o Brasil mantenha a taxa de juros mais alta do mundo, que atrai capital especulativo – que não cria nem riquezas, nem empregos, que ajudar a desequilibrar a balança comercial, entre tantos problemas – continuam fortes. Esse mecanismo impede a democratização econômica do país, porque concentra nas mãos do sistema financeiro a maior quantidade de recursos, com taxas de juros altas dificulta o acesso ao crédito, monopoliza recursos do Estado para o pagamento da dívida pública. O PAC é o grande instrumento de reconversão da hegemonia do capital especulativo para o capital produtivo, mas ele corre contra a atração da alta taxa de juros. A democratização econômica requer terminar com essa atração do capital, pela alta taxa de juros, para o setor financeiro.

A democratização social encontra obstáculos nos que se opõem à integração plena dos setores até aqui completamente marginalizados. A democratização social seus principais obstáculos nos que lutam para bloquear a expansão dos recursos para as politicas sociais que promovem os direitos de todos e nos preconceitos que continuam a ser difundidos contra os mais pobres e os habitantes das regiões até aqui marginalizadas do país.

A democratização política se choca com os que se opõem a uma reforma política que faça com que as campanhas se apoiem exclusivamente em financiamento publico e em votos por lista, que favorecem o fortalecimento ideológico e politico dos partidos. Mas encontra obstáculos também nos partidos e movimentos populares que não se dedicam a apoiar a organização dos setores que chegam agora a seus direitos econômicos e sociais básicos, seja os que estão integrados ao bolsa família, seja a cooperativas e pequenas empresas, seja a programas como os Pontos de Cultura e outros similares.

A democratização cultural significa que as distintas identidades do povo brasileiro possam construir seus próprios valores para orientar suas vidas, suas próprias formas de expressão cultural, possam ter acesso às múltiplas formas de cultura. Que possa se libertar dos modelos de consumismo importados e difundidos pela mídia comercial, pela publicidade massiva, pelos valores divulgados pelos representantes dos grandes monopólios.
Significa o direito de ter acesso livre e universal à internet, possa ter acesso à cultura como bem comum, que possa ter acesso a livros, a músicas, a pinturas, a peças de teatro, a filmes, a todas as formas de cultura e que tenha possibilidades de produzir suas próprias formas de expressão.

A democratização cultural enfrenta obstáculos na gigantesca máquina de interesses econômicos privados dos monopólios que dominam a mídia, o setor editorial, o audiovisual. Enfrenta ainda os setores mercantis que tentam dominar e controlar a livre produção e consumo culturais, as corporações que se apropriam dos recursos fundamentais das obras artísticas, incentivando ainda mais o poder econômico sobre a esfera cultural. Só mesmo um imenso processo de democratização da cultura poderá fazer do Brasil um país realmente independente, soberano, justo, plural.

Quem tem medo da democracia no Brasil? As elites, que fizeram do nosso país o mais desigual do mundo, e agora se ressentem da inclusão social dos que sempre foram postergados, discriminados, humilhados, ofendidos, marginalizados. São os que sempre tiveram todos os privilégios e acreditavam que o país era deles, que o Brasil era das elites brancas e ricas.

Quem tem medo da democratização tem medo dos trabalhadores, que produzem as riquezas do Brasil. Tem medo dos trabalhadores sem terra, que querem apenas acesso à terra no país com maior área cultivável no mundo, importa alimentos, mas mantem milhões de gente no campo sem acesso à terra. Tem medo dos jovens, que não leem jornais, mas leem e escrevem na internet, irreverentes, que lutam pela liberdade de expressão e de formas de viver, em todas as suas formas. Tem medo dos intelectuais críticos e independentes, que não tem medo do poder dos monopólios e da imprensa mercantil e suas chantagens. Tem medo dos artistas e da sua criatividade sem cânones dogmáticos e sem pensar no dinheirinho dos direitos de autor, mas na liberdade de expressão e na cultura como um bem comum. Tem medo dos nordestinos pobres, que como Lula, não se rendeu à pobreza e à discriminação e se tornou o presidente mais popular do Brasil. Tem medo de que todos eles queiram ser como o Lula.

Quem tem medo da democracia no Brasil tem saudade da ditadura, quando detinha o monopólio da palavra, conversavam e elogiavam os militares no poder, sem que ninguém pudesse contestá-los publicamente. Os que têm saudades do Brasil para poucos, da elite que cooptava intelectuais para governar em nome dela.

Quem não tem medo da democracia no Brasil não tem medo de nada, porque não tem medo do povo brasileiro.
Postado por Emir Sader às 02:01

quarta-feira, 9 de março de 2011

BAIXADA FLUMINENSE LEVA MAIS UM TROFÉL DO SAMBA PARA CASA

Beija-Flor é a campeã do carnaval RJ

Escola de Nilópolis ficou a apenas dois décimos da pontuação máxima.
Homenagem ao cantor Roberto Carlos rendeu 12º título à agremiação.

Do G1, no Rio e em São Paulo
Diretoria da Beija-Flor ergue a taça de campeã do carnaval carioca (Foto: Alexandre Durão/G1)Diretoria da Beija-Flor ergue a taça de campeã do carnaval carioca de 2011 (Foto: André Durão/G1)
O rei da música romântica e da Jovem Guarda garantiu aos sambistas da Beija-Flor o título de campeões do carnaval carioca em 2011 pela 12ª vez. Com um desfile que contou a trajetória do cantor Roberto Carlos, a escola de samba de Nilópolis, na Baixada Fluminense, foi líder isolada na apuração realizada na tarde desta quarta-feira (9) no Sambódromo do Rio e ficou apenas dois décimos abaixo da nota máxima.
Quase um ponto e meio atrás da atual dodecacampeã, a primeira colocada do ano passado, Unidos de Tijuca, ficou com o segundo lugar, seguida pela Mangueira. Confira as notas das escolas.
O Rei conversou com a reportagem da TV Globo logo após o anúncio da vitória da escola. “Sem dúvida que essa, é senão a maior, uma das maiores consagrações que já recebi na minha vida“, disse o cantor, que acompanhou o resultado da apuração em casa. Mais tarde, já na quadra da escola de samba para comemorar a vitória, completou: "Já tive muitas emoções, mas essa foi coisa séria, realmente muito séria."
Última a se apresentar na segunda noite do carnaval carioca, a Beija-Flor de Nilópolis entrou na avenida com uma plateia de fãs do cantor já empolgados, com bandeirinhas e as rosas que Roberto sempre distribui durante os shows. O desfile, de uma hora e 17 minutos de duração, começou às 5h16 e encerrou às 6h32 de terça-feira .
O enredo "Roberto Carlos: A simplicidade de um rei" levou calhambeques, lambretas e imagens religiosas para a passarela do samba, num total de oito carros alegóricos e 4 mil componentes, divididos em 47 alas. O samba-enredo foi interpretado por Neguinho da Beija-Flor.
A infância do Rei, vivida no município de Cachoeiro de Itapemirim (ES), era tema da comissão de frente, representada por um Roberto menino que perseguia componentes que simbolizavam notas musicais.  Eles entravam na escultura de um imenso rádio antigo, onde sumiam e reapareciam com a atriz Claudia Raia, que representava todas as musas inspiradoras do Rei.
O carro da Jovem Guarda trouxe como destaque os companheiros de Roberto no movimento musical, como o parceiro Erasmos Carlos e Wanderléa.
"Já vivi mil emoções com Roberto, mas essa foi a mais incrível", contou Wanderléa em entrevista ao G1 por telefone logo após a vitória. "Foi lindo ver a emoção dele recebendo aquela homenagem, aquele povo todo cantando o samba em coro", lembrou.
Ídolo dos caminhoneiros e taxistas, estes personagens também não poderiam ficar de fora da homenagem da Beija-Flor.
O coreógrafo Carlinhos de Jesus vibra com o dodecacampeonato da Beija-Flor (Foto: Alexandre Durão/G1)O coreógrafo Carlinhos de Jesus vibra com o
dodecacampeonato da Beija-Flor
(Foto: André Durão/G1)
Os ritmistas comandados pelos mestres Plínio e Rodney  vieram vestidos como comandantes do cruzeiro “Emoções em Alto-Mar”, onde o Rei se apresenta há sete anos. Já a ala das baianas representou o amor das músicas de Roberto Carlos, vestidas com rosas vermelhas.
O romantismo esteve presente em quase todo o desfile. Cantoras que participaram do projeto “Elas cantam Roberto”, como Hebe Camargo, Alcione, Fafá de Belém, Rosemary e Fernanda Abreu, desfilaram no quarto carro da Beija-Flor. “Desfilar em homenagem ao Roberto foi mais do que um prazer, foi uma grande honra", disse Hebe após a apresentação.
Público comemora vitória da Beija-Flor no carnaval 2011 (Foto: Alexandre Durão/G1)Público comemora vitória da Beija-Flor no
carnaval 2011 (Foto: Lucíola Villela/G1)
Para fechar o desfile, a Beija-Flor exaltou a religiosidade do cantor, com imagens sacras e mensagens de fé e paz.
Fundada em 1948, a escola representada pelas cores azul e branca foi campeã do carnaval carioca nos anos de 1976, 1977, 1978, 1980, 1983, 1998, 2003, 2004, 2005,2007, 2008 e 2011. No ano passado, a Beija-Flor ficou em terceiro lugar, atrás de Acadêmicos de Grande Rio e da campeã Unidos da Tijuca.

DICAS PARA COMEÇAR O ANO BEM!! SIM O ANO COMEÇA AMANHÃ.

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.  
2. Quando estiver em dúvida, dê somente, o próximo passo, pequeno.
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.  
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.  
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.  
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.  
8. É bom ficar bravo com Deus. Ele pode suportar isso.  
9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.  

11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.  
12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.  
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.  
14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe, Deus nunca pisca.  
16. Respire fundo. Isso acalma a mente.  
17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.  
18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.  
19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a "segunda vez" é por sua conta e de ninguém mais.  
20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.  
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use lingerie chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.  
22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo. 
23. Seja excêntrica agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.       
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.  
25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.  
26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras: 'Em cinco anos, isto importará?'  
27. Sempre escolha a vida.  
28. Perdoe tudo de todo mundo. 
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.   
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.  
31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará. 
32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.  
33. Acredite em milagres.  
34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.  
35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.  
36. Envelhecer ganha da alternativa "morrer jovem".  
37. Suas crianças têm apenas uma infância.  
38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.  
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.  
40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta. 
41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.  
42. O melhor ainda está por vir.  
43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.  
44. Produza!
45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.