quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Casa do Fim de Semana


Muitos brasileiros sonham em ter um refúgio longe da cidade grande para descansar nos finais de semana. Porém, nem tudo são flores para aqueles que conseguem a desejada casa no campo ou na praia. Cuidados com manutenção e segurança são preocupações recorrentes de quem quer ter um imóvel para passar férias, feriados ou meros sábados e domingos, adverte o arquiteto André Guidotti, dono de um escritório em Ubatuba (SP) que leva seu nome.
Para começar, a cautela começa logo ao deixar a residência. "É preciso desligar o gás, verificar a fechadura das portas, os trincos da janela e desligar o quadro de energia elétrica", afirma. Além disso, há preocupações com manutenção da piscina, com o cheiro de mofo que pode ficar nos cômodos ou mesmo com as plantas do jardim. Ficar de olho em todos esses itens pode ser cansativo, mas há formas de facilitar essa tarefa, como contratar uma faxineira que arrume a casa uma vez por semana ou a cada 15 dias, recomenda Guidotti.
"Além de limpar o imóvel, a empregada pode verificar se uma telha quebrou, se há alguma goteira na casa ou mesmo se alguém tentou invadir o local", ressalta o arquiteto. A questão da segurança pode ser parcialmente resolvida com a instalação de sistemas de alarme na residência com sensores de presença: "Hoje, você consegue verificar o que está acontecendo na casa de campo ou de praia pelas câmeras de vigilância, que podem ser acessadas remotamente".
Há, inclusive, um sistema (também remoto) que abre as portas dos cômodos, caso tenha necessidade de algum reparo. Tudo isso supervisionado pelo próprio dono a quilômetros de distância. Mas usar equipamentos eletrônicos na praia pode ter seu lado ruim: "A maresia e os raios durante as tempestades podem danificar os aparelhos", adverte o especialista.
Cuidados com o jardim podem ser delegados à faxineira. Porém, há ainda a escolha de instalar um sistema de irrigação automático para molhar as plantas. Com essas dicas, é possível aproveitar o refúgio sem quebrar a cabeça com esses pequenos detalhes.

Mudança para as duas rodas

O trânsito caótico das grandes cidades e as dificuldades enfrentadas no transporte público estão levando cada vez mais pessoas a recorrer às motos. Não é à toa que 17 milhões delas circulam pelo País, representando 25% da frota brasileira. E o número está crescendo. No primeiro semestre de 2011, as vendas do setor subiram 18% em relação ao mesmo período de 2010: foram 1,03 milhão de unidades comercializadas, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).
A maior parte das pessoas (45%) usa esse veículo para ir ao trabalho, segundo pesquisa feita pela Associação Brasileira de Motociclistas. “Isso porque a moto é ágil e barata”, afirma o presidente da entidade, Lucas Pimentel.


De qualquer modo, antes de migrar para as duas rodas, é importante colocar os custos e as vantagens na ponta do lápis. Segundo Pimentel, o ideal é começar por uma de até 400 cilindradas (cc) – acima disso, as motocicletas exigem maior habilidade, sendo indicadas apenas para quem já tem ao menos dois anos de prática.
Os preços das motos variam muito de acordo com o modelo. Em geral, modelos de 125 cc saem por cerca de R$ 6 mil. As de 200 cc são um pouco mais caras: R$ 10 mil, em média. As de 400 cc ficam um pouco acima de R$ 15 mil. A partir daí, o grau de sofisticação aumenta, e há modelos que chegam a custar mais de R$ 100 mil.
Além disso, existem outras despesas obrigatórias. Para estar habilitado a dirigir, o motorista deve tirar a sua carteira na categoria A. Todo o processo, incluindo as taxas e os custos das aulas, fica em torno de R$ 1.000, com pequenas variações em cada município. Além da CNH, a legislação exige o uso de capacete, cujo valor costuma variar entre R$ 200 e R$ 2.500.
Embora não obrigatórios, outros itens de segurança são recomendáveis, como calça de couro (de R$ 300 a 700), jaqueta do mesmo material (de R$ 500 a R$ 1.500), calçados reforçados (de R$ 250 a R$ 600) e luvas (de R$ 150 a R$ 300).

CALENDARIO DO IPVA 2012 NO RIO DE JANEIRO

 O IPVA 2012 relativo a veículos terrestres deverá ser pago em cota única ou em 3 (três) parcelas mensais, iguais e sucessivas, e a GRD será disponibilizada para pagamento pela Internet no link abaixo e na página do Banco Bradesco S.A. - www.bradesco.com.br . No caso de pagamento parcelado, a 1ª parcela incluirá o valor referente a 1/3 do imposto, 1/3 do valor das taxas devidas ao DETRAN-RJ e o valor integral do seguro obrigatório. Nas 2ª e 3ª parcelas, serão cobrados apenas os valores referentes a 1/3 do imposto e 1/3 das taxas devidas ao DETRAN-RJ. Em cada uma das três parcelas será cobrada a taxa de serviço devida à instituição bancária

CALENDÁRIO DE VENCIMENTOS DO IPVA/2012
EM 3 PARCELAS
PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES TERRESTRES USADOS


Finais de Placa Pagamento integral ou Vencimento 1ª parcela Vencimento 2ª parcela Vencimento 3ª parcela
0 16/01 17/02 19/03
1 19/01 23/02 23/03
2 23/01 28/02 29/03
3 25/01 12/03 12/04
4 27/01 14/03 16/04
5 08/02 16/03 18/04
6 16/02 22/03 23/04
7 24/02 26/03 27/04
8 27/02 28/03 30/04
9 08/03 09/04 11/05


Para mais informações, acesse o site da Fazenda em:
RESOLUÇÃO SEFAZ N.º 460 DE 08 DE DEZEMBRO DE 2011

Conferência de Juventude termina com pedido de maior espaço político

A 2ª Conferência Nacional de Juventude terminou hoje (12) com a aprovação de 44 objetivos, distribuídos em cinco eixos.
As prioridades da juventude brasileira contaram com a maioria dos votos de cerca de 2 mil delegados de todos os estados presentes ao encontro que ocorreu no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília.
O documento final pediu reforma política que garanta a participação dos jovens no poder, contemplando de forma igualitária a faixa etária e o gênero. Pede também estabelecimento de cotas da ordem de 20% para participação nas coligações eleitorais em todos os níveis de governos. E reivindicam a destinação de 5% de recursos do fundo partidário para atividades das juventudes partidárias.
O primeiro eixo sobre desenvolvimento integral defende a luta pela consolidação de políticas educacionais e de cultura e também a implementação de um plano nacional que facilite o acesso dos jovens à comunicação, além da participação nas questões ligadas ao meio ambiente.
O segundo eixo se refere ao direito ao território, que envolve, entre outras expectativas, a instituição de programas habitacionais para a juventude. Os que trabalham na agricultura familiar, camponesa, assalariada rural e integrantes dos povos e comunidades tradicionais querem, entre outros benefícios, acesso à terra e que o país faça a reforma agrária. Eles querem participar das decisões de governo nessas políticas.
Também foi aprovado o terceiro eixo que trata do direito à experimentação e à qualidade de vida, em que é pedida a não privatização e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) com prioridade para atendimento à população de 15 a 29 anos de idade. A juventude aspira que os três níveis de governo priorizem sua inclusão em programas como o Bolsa Atleta, Segundo Tempo, Mais Educação e no Programa de Esporte e Lazer na Cidade, com sua participação na gestão de todos os projetos.
O direito à diversidade e a vida segura está contido no quarto eixo, que pede reinserção sócioafetiva dos jovens infratores em sistema sócioeducativo e sistema prisional dentro da família e na sociedade. Essas ações precisam envolver, segundo a proposta o incentivo dos governos estaduais, para a criação de cotas para esses jovens nas empresas privadas e no poder público, com a extinção da exigência de documento de antecedentes criminais para seleções públicas. Eles querem participar das políticas de reinserção social e do tratamento para reabilitação de jovens dependentes químicos.
A juventude reunida em Brasília aprovou também proposta para implementação de política transversal para os jovens portadores de deficiência, garantindo educação, atendimento em saúde e na reabilitação, e possibilitando a entrada desse público no mercado de trabalho com oferecimento de qualificação. Outro ponto defendido é a implementação imediata do Plano Nacional de Enfrentamento à Mortalidade da Juventude Negra, com a promoção da igualdade racial e o combate ao racismo por meio de projetos sociais e educativos.
Outra reivindicação da conferência é a implementação do Plano Nacional de Saúde Integral da População de lésbicas, gays, bissexuais e travestis (LGBT) para a superação de vulnerabilidade de saúde dos jovens de 15 a 29 de idade.
O eixo cinco pede a descriminalização e a legalização do aborto, apontado como “um grave problema de saúde pública”. A questão teve acirrados debates no plenário. A liberdade religiosa também mereceu destaque no eixo quatro. A juventude quer a criação de um Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, com o estabelecimento de debate entre o poder público e a sociedade civil para garantir a pluralidade das crenças e religiões.
O último eixo se refere ao direito à participação que pede a incorporação do máximo de movimentos e entidades ligadas à juventude, no Conselho Nacional de Juventude. Segundo a conferência deveriam participar segmentos que atuem em no mínimo sete estados ou três regiões do país. O último ponto das conclusões se refere à criação de um sistema nacional de financiamento para a juventude, com a regulamentação do Estatuto da Juventude. O estatuto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e a votação no Senado está prevista para esta semana.
Os jovens estão organizados, em alguns estados, por meio de secretarias estaduais de governo ou de segmentos da sociedade civil, ligados ao Conselho Nacional de Juventude.
Fonte:  Agência Brasil

Questão ambiental é pauta de movimentos juvenis latino-americanos

27.12.2011

movimentos sociais ecológicos
Movimentos amadurecem suas reflexões para Rio+20
O meio ambiente voltou à pauta de discussões. Enquanto Governos e Chefes de Estado não entram em consenso sobre medidas eficazes para preservar o meio ambiente e reduzir os danos das mudanças climáticas, organizações sociais de várias partes do mundo lutam em busca de uma solução mais efetiva. Luta essa que também é dos jovens. A América Latina é um exemplo de região onde as juventudes estão preocupadas e atentas às discussões e ações pela preservação do meio ambiente.
Este é o caso dos estudantes da Universidade de El Salvador que, em junho de 2006, constituíram o Jovens X ½ Ambiente (JxMA). Criada com a intenção de ser “uma organização formadora de consciência crítica e propositiva diante dos problemas socioambientais, de maneira que as/os futuras/os profissionais do país ofereçam e promovam soluções concretas”, JxMA já realizou diversas ações em El Salvador, como fóruns, festivais, exposições e oficinas sobre a questão ambiental.
No México, os/as jovens estão reunidos, desde fevereiro de 2009, na Juventude Mexicana frente à Mudança Climática (JMFCC, por sua sigla em espanhol), rede de divulgação e comunicação sobre ações e pesquisas relacionadas às questões climáticas com o objetivo de incentivar a participação da sociedade nas discussões e estratégias de mitigação e adaptação.
A rede considera importante a atuação dos jovens em prol do meio ambiente tanto diante dos governos quanto da sociedade civil. “Funciona como uma rede, onde se proporcionam as ferramentas, vínculos e informações verdadeiras que permitam aos jovens do México, e dos países que desejam se somar, a compreender a mudança climática e com isso atuar para sua mitigação de maneira transdisciplinar”, descreve JMFCC em seu perfil do facebook.
No Brasil, jovens de vários estados se reúnem em redes e coletivos para debater a temática ambiental. É o caso do Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Pará, que realiza formações ambientais em escolas e comunidades rurais do estado. Gilson Dias, coordenador-geral do Coletivo no Pará, explica que o grupo, na capital paraense, é formado por 14 pessoas entre 20 e 30 anos de idade.
De acordo com ele, nas escolas, os jovens trabalham as discussões ambientais com foco no consumo consciente; já nas comunidades rurais, os debates se centram no sentimento de pertença, de que o ser humano também faz parte do meio ambiente. “Nós estamos construindo o processo para gerações futuras. Temos de garantir as mesmas oportunidades para as gerações futuras e, por isso, é importante a gente preservar o que já existe”, comenta.
Na opinião dele, as discussões internacionais sobre o assunto “são um fracasso, pois muito se discute e pouco se resolve”. Ele cita como exemplo a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Apesar de todas as discussões e protestos, “o projeto está saindo e os governos estão se lixando”, opina.
Para Gilson, “a questão ambiental é uma questão de urgência” e precisa ser discutida para que as pessoas reflitam o modelo de sociedade e de consumo atual. “É uma questão de sobrevivência da sociedade. As pessoas têm que entender que nada é para sempre, que ninguém deixa a casa suja. A Terra é a nossa casa comum e devo cuidar dela, conviver de forma pacífica”, explica.
Meio Ambiente
Prestes a completar 20 anos da realização da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento – também conhecida como ECO92 e Rio92 -, organizações sociais e governamentais de vários países discutem sobre os avanços e desafios rumo ao desenvolvimento sustentável. Para ampliar o debate, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) divulgou, neste ano, o relatório Dando seguimento a nosso ambiente mutável: De Rio a Rio+20.
O documento, apresentado no ano em que a população mundial chega à cifra de 7 bilhões de habitantes, relata as mudanças ambientais ocorridas de 1992 aos dias atuais. Destaque para o aumento no número de megacidades (com mais de 10 milhões de pessoas), o qual passou de dez, em 1992, para 21, em 2010.
Apesar das discussões sobre a redução da emissão gases de efeito estufa na atmosfera, o relatório aponta que as emissões globais de dióxido de carbono (CO2) continuam aumentando. Segundo o estudo, apenas 19 países são responsáveis por 80% das emissões globais do gás de efeito estufa. O estudo do Pnuma também revela, dentre outros pontos, o aumento no nível do mar e a perda de volume dos glaciares montanhosos.
Por outro lado, a pesquisa ressalta o investimento em soluções energéticas com baixas emissões de carbono. Da mesma forma, observa o crescimento da prática de ecoturismo (aumento três vezes maior que o turismo tradicional) e a promoção de política de reciclagem em vários países.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Aos gritos de ‘é campeão’, jogadores do Vasco batem palmas para torcida

Mesmo com a segunda colocação, torcedores deixam Engenhão festejando a campanha do time em 2011

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
O Corinthians terminou dois pontos à frente, mas, para os torcedores do Vasco que estiveram no Engenhão neste domingo, a segunda posição na tabela foi apenas detalhe. Tão logo o árbitro Pericles Bassols apitou fim do clássico contra o Flamengo, a metade cruz-maltina do estádio explodiu em gritos para celebrar a campanha do ano (veja o vídeo com os melhores momentos do empate).
Além do vice nacional, o time foi campeão da Copa do Brasil e semifinalista da Copa Sul-Americana. Tudo isso superando o drama do AVC de Ricardo Gomes.
- Mesmo com competições dificílimas jogamos sempre no máximo. Esse grupo foi responsável por muitas emoções para quem gosta de futebol e a torcida reconheceu isso. Foi muito legal essa harmonia – disse o técnico Cristóvão Borges.
Na despedida do ano, os torcedores apoiaram do primeiro ao último minuto. Celebraram Dedé como melhor zagueiro do Brasil, debocharam do vídeo de Ronaldinho e, por fim, entoaram, orgulhosos, um simbólico “é campeão”.
- A torcida gritou é campeão, mas campeões foram eles. Eles merecem todo o nosso apoio e o que nós fizemos em campo, que foi lutar em todas as competições. Não fomos campeões hoje, mas títulos melhores virão - disse Alecsandro.
Bernardo foi outro a agradecer.
- É um reconhecimento muito legal por tudo que fizemos. O início do ano foi duro, fomos criticados por todos. Mas conseguimos dar a volta por cima, conquistamos um título inédito e, apesar de tudo, fizemos um Brasileiro e uma Sul-Americana especiais. Este incentivo que terminou hoje começou lá no nosso desembarque. É uma torcida muito especial, assim como o nosso grupo, que precisa ser valorizado - disse o meia.
Em 2012, o Vasco tem como grande meta a disputa da Taça Libertadores. O time está no Grupo 5 ao lado de Nacional-URU, um time peruano ainda não decidido e o vencedor de Equador 3 e Paraguai 3.

Aliança para reeleição de Eduardo Paes racha o PT do Rio


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Agora há pouco, no auditório da ABI, no Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes e o ministro da Pesca, Luiz Sérgio, presidente do PT fluminense, tentaram promover um ato para dar como fato consumado o apoio dos petistas à reeleição do peemedebista em 2012.
Com a presença do presidente do PMDB, Jorge Picciani, as cúpulas dos dois partidos queriam cravar, no evento, a indicação do vereador Adilson Pires, líder do governo Paes na Câmara, como vice na chapa da reeleição. Pires até tuitou ontem:
-  PT-RJ vai confirmar em reunião amanhã meu nome como vice na chapa de Eduardo Paes, que concorrerá à reeleição em 2012.
Cenário armado, o deputado federal Alessandro Molon foi chamado para compor a mesa e implodiu o suposto acordo. Ele disse que não reconhecia aquele ato, a indicação e que a militância petista deve ser ouvida sobre o fato inédito: a aliança que deixaria o PT sem candidato próprio a prefeito do Rio.
- Ao contrário do que o Picciani disse em entrevista o iG, o PT tem sim lideranças fortes para a disputa e não precisa ser burro de carga do PMDB. O projeto do PMDB do Rio é fazer do PT um partido subalterno para tentar se manter no poder até 2022 – disse Molon ao Poder Online.
E mais:
- A cúpula do PT do Rio tem uma visão menor nessa disputa, não a visão de cidade que o eleitor espera do PT. Quer o caminho mais fácil para se manter no poder e não o melhor caminho para o Rio.
O PT do Rio, claro, tem lá o seu espaço hoje no governo de Paes.
Assista o vídeo do momento em que Molon recusou participar da mesa:
Notas relacionadas: http://www.youtube.com/watch?v=sVenahgeqC4&feature=player_embedded