terça-feira, 16 de julho de 2013

Inscrições 149 vagas de professor a partir do dia 8

As inscrições do concurso para 149 vagas no magistério do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ), que tiveram início no último dia 1º, foram paralisadas temporariamente. De acordo com retificação publicada no Diário Oficial desta sexta, 5, elas serão reabertas na segunda, dia 8. Em virtude disso, o prazo, que terminaria em 26 destes mês, foi ampliado até 16 de agosto, exceto para as oportunidades no campus de Itaguaí, que permanece o mesmo.
 
As vagas estão distribuídas pelas as disciplinas de Matemática, Língua Portuguesa, Geografia, História, Engenharia de Produção e Engenharia Eletrônica, entre outras. Os vencimentos são de até R$8.049,77. Para efetuar a inscrição, o candidato deverá comparecer ao campus do Cefet para onde pretende concorrer à vaga. No período entre os dias 23 e 29 de julho, somente o posto de Itaguaí permanecerá aberto.  Na ocasião, o candidato deve estar portando a ficha de inscrição preenchida (no site) e o original e cópia do comprovante de pagamento da taxa, de R$50. É preciso imprimir a Guia de Recolhimento da União (GRU) no site da Fazenda Nacional. O atendimento aos candidatos ocorrerá de segunda a sexta, com o horário variando de acordo com a localidade de interesse, que poderá ser das 10h às 16h, das 11h às 16h ou das 14h às 20h.
 
Outra modificação no calendário ocorreu no período para isenção de taxa. Os interessados em solicita-lá terão de 8 a 10 de julho (antes iria de 1º a 3 de julho) para comparecer a qualquer unidade do Cefet-RJ, tendo em mãos a ficha de solicitação, disponível no site do Cefet, com os devidos comprovantes e a documentação referente à inscrição. A primeira etapa da seleção ocorrerá no dia 6 de setembro (sexta) em quase todos os campi, exceto em Itaguaí, onde a prova será realizada no dia 4 de agosto. Embora a escolha da data não tenha agradado aos candidatos por cair em uma sexta-feira, o assessor do diretor geral, Luiz Eduardo Laranjeiras, garante que não haverá alteração no calendário. "Tentamos colocar em um domingo ou em um sábado, mas tivemos problemas em conciliar os horários do nosso quadro de pessoal. São mais de 100 bancas. De qualquer forma, se o candidato precisar de uma declaração de comparecimento na prova para faltar o trabalho, o Cefet-RJ irá fornecer", garantiu Laranjeiras.
 
Na data, os candidatos farão uma prova dissertativa, em dois turnos: das 8h às 12h ou das 14h às 18h (dependendo da disciplina). As demais etapas, para quem alcançar nota superior a seis, serão compostas por uma prova pública de aula, entre os dias 15 e 18 de outubro e, ao fim, uma análise de títulos, apenas classificatória. Somente no campus de Itaguaí, a prova de aula ocorrerá nos dias 15 e 16 de agosto e o calendário para a prova de aula permanece diferente das demais.

Serviço
Formulário: www.cefet-rj.br
Guia de Recolhimento da União: https://consulta.tesouro.fazenda.gov.br/gru/gru_simples.asp
Posto de inscrição: Campus Maracanã - Coordenação de Concursos (Rua General Canabarro, 552, Maracanã - Rio de Janeiro/RJ), das 10h às 16h; Campus Nova Iguaçu: Estrada de Adrianópolis, 1317, Santa Rita - Nova Iguaçu/RJ, das 10h às 16h; Campus Itaguaí: Rod. Mario Covas, Quadra J, Lote J2, Distrito Industrial de Itaguaí (Trevo da Entrada da Cidade), das 14h às 20h; Campus Petrópolis - Rua do Imperador, 971, Cetro - Petrópolis/RJ, das 14h às 20h; Unidade Angra dos Reis - Rua do Areal, s/nº - Parque Mambucaba, Angra dos Reis/RJ, das 10h às 16h; Campus Nova Friburgo - Av. Gov. Roberto Silveira, nº 1900, Prado - Nova Friburgo/RJ, das 10h às 16h; Campus Valença - Rua Voluntários da Pátria, 130, Belo Horizonte - Valença/RJ, das 11h às 16h; e Campus Maria da Graça - Rua Miguel Ângelo, nº 96, Maria da Graça - Rio de Janeiro/RJ, das 10h às 16h.

Morte prematura de jovens custa R$ 79 bilhões por ano

Estudo foi divulgado no seminário sobre juventude, promovido pelo Ipea, SAE, IDRC e Cedlas

Mais de 53 mil pessoas são assassinadas por ano e as vítimas tornaram-se cada vez mais jovens. O perfil desses jovens, vítimas dos vários tipos de mortes violentas, é em sua maioria homens, pardos, com 4 a 7 anos de estudo, mortos nas vias públicas, por armas de fogo. Esse é um dos dados que consta no estudo Custo da Juventude Perdida no Brasil, de autoria de Daniel Cerqueira, diretor de Estado, Instituições e Democracia do Ipea.

A pesquisa foi apresentada nesta sexta-feira, dia 12, no Rio de Janeiro, durante o seminário Juventude e Risco: Perdas e Ganhos Sociais na Crista da População Jovem, promovido pelo Ipea e SAE, em parceria com o Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento Internacional (IDRC, Canadá) e o Centro de Estudios Distributivos Laborales y Sociales (Cedlas).

O estudo indica que a morte prematura de jovens devido às violências custa ao país cerca de R$ 79 bilhões a cada ano, que correspondente a 1,5% do PIB Nacional. Cerqueira alerta que não só mortes com armas de fogo foram dignas de destaque, a taxa de óbitos em acidentes de trânsito envolvendo jovens aumentou em 44,6% na última década.

Os resultados indicaram que a violência letal na juventude pode responder por uma perda de expectativa de vida ao nascer dos homens de até dois anos e sete meses, como é o caso em Alagoas, mas de, no máximo, quatro meses para as mulheres, conforme observado em Roraima.

Rotatividade no mercado de trabalhoOutro tema abordado no seminário foi a alta rotatividade dos jovens no emprego formal. O diretor-adjunto de Estudos e Políticas Sociais (Disoc) do Ipea, Carlos Henrique Corseuil, destacou que a taxa de jovens que deixam seus empregos (seja por abandono ou demissão) é de 72,4%. O pesquisador explica que não é mais difícil para o jovem conseguir ser empregado do que para o adulto, porém, os jovens perdem seus empregos com mais frequência.

O presidente do Ipea e ministro da SAE, Marcelo Neri, também apontou que os jovens entre 15 a 19 anos, da classe C, são os que mais frequentam os cursos de qualificação profissional. Também participaram do debate o Subsecretário de Ações Estratégicas da SAE, Ricardo Paes de Barros, diretor do Cedlas, Guillermino Cruces, e a program officer do IDRC, Carolina Robino.

Leia o estudo "Custo da Juventude Perdida no Brasil"
Vídeo: Assista à íntegra do seminário “Juventude e Risco: Perdas e Ganhos Sociais na Crista da População Jovem”
Veja mais: Seminário analisa programas de incentivo para jovens
Às custas do povo é mole.


Dr Barata no Baile da Ilha Fiscal

Enviado por luisnassif, seg, 15/07/2013 - 08:46
Do blog de Hildegard Angel
CASAMENTO DE BEATRIZ BARATA: NOSSO 14 DE JULHO, NOSSA BASTILHA CARIOCA!
Beatriz Barata, o lindo vestido, a noiva em total controle da situação
Foto Luiz Roberto Lima, colaborador da Mídia Ninja, via Google
Tendo o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e sra., como padrinhos, e como convidados os colecionadores de arte Sergio e Hecilda Fadel, que recentemente receberam a presidenta Dilma Rousseff para jantar em casa, no Rio, e cuja filha é casada com o filho do ministro Edison Lobão, das Minas e Energia, além do colunista social de Fortaleza, Lalá Medeiros, casaram-se ontem, com festa que varou madrugada, no Copacabana Palace, Beatriz Barata, neta do maior empresário de ônibus do Rio de Janeiro, Jacob Barata, e Francisco Feitosa Filho, cujo pai é o dono da maior empresa do ramo no Ceará.
Acompanhar, via mídias sociais e MSMs recebidos, o protesto indignado contra este casamento diante da Igreja N. Sra. do Monte do Carmo e da festa no Copacabana Palace, me fez sentir clima de Revolução Francesa, correndo um frio na espinha, um presságio ruim. E me veio à mente a princesa de Lamballe, melhor amiga de Maria Antonieta, com a cabeça espetada na ponta de uma lança, pela multidão que invadiu asTulherias.
Estávamos numa madrugada de 14 de Julho, mesma data da Revolução Francesa, e toda aquela manifestação, que ontem começou alegre, até divertida, berrando bordões bem humorados, outros de gosto duvidoso, teve consequências desastrosas, com cabeça ensanguentada, decisões equivocadas, batalhão de choque, bombas de gás lacrimogênio, balas de borracha e gás de pimenta, às 3,30h, 4h da manhã, diante de nosso Palácio de Versailles, emblema máximo do luxo, da riqueza e da sofisticação do país: o Hotel Copacabana Palace!
Vou contar como foi, tal e qual… Aquietem-se, concentrem-se e me escutem…
Com gritaria na calçada, o protesto diante da igreja causou tensão nos convidados, perturbou todo o tempo o ofício do padre e a noiva, Beatriz, em vez de cortejo de daminhas e pajens, precisou de cordão de isolamento para entrar na igreja.
beatriz barata
Enquanto padre Alexandre fazia a homilia, escutava-se nitidamente os manifestantes em coro dizerem coisas como “ha,ha, ha, o noivo vai broxar”, “também quero meu Louboutin”, “úúú, todo mundo pra Bangu” e tambores, buzinas e panelas, pó-pó-pó-pó-pó, pó-po-ro-po-pó, fon-fon-fon etc. O cerimonial de moças e rapazes impecáveis, pra lá e pra cá, cochichando baixinho, apreensivos sobre como solucionariam a saída dos noivos. Foi com PM e seguranças.
Beatriz, calada e retraída, permaneceu tensa todo o tempo – pudera! – mas manteve o controle. Foi altiva.
Já na recepção, no Copacabana Palace, todos se descontraíram e puderam se divertir, porque no interior do hotel não se percebia o que se passava lá fora, à exceção daqueles nas mesas da varanda.
No calçadão da Atlântica, uma garotada bonitinha da Zona Sul fazia manifestação até divertida, à la carioca, com meninas vestidas de noiva, rapazes alguns de terno e gravata, sacando bordões inspirados como “Eu também quero meu Louis Vuitton”, “Cadê minha Chanel?”, “Nesse hotel tem Barata!”, “Eu também paguei essa festa, quero meu bem-casado” e aquele clássico chulo da noite, citado acima, que se referia ao noivo…
E dá-lhe buzina, bateção de panela, de tabuleiro de alumínio, e desacatos para as mulheres (lindas!), que entravam ou saíam decotadas, cobertas de bordados: “piraaaaaanha!”. Não poupavam ninguém.
Com todas as quatro entradas do hotel bloqueadas por eles, ninguém entrava, ninguém saía, pela internet, os seguidores que assistiam à transmissão do canal “Mídia Ninja” postavam comentários mais pesados, do tipo “CABRAL VAI É DORMIR AÍ !!!!” (detalhe: Cabral sequer figurava na lista de convidados da festa!); “cadê as bombas???chama pa nois estraga a festa!”; “BA-FO-ME-TRO NO HOTEL”; “Rico não tem Lei Seca?” (referindo-se aos que embarcavam em seus carros mesmo aparentando ter bebido, quando ainda se podia sair); “chocada com o valor dos presentes que a Baratinha pediu no casamento. Veja a lista: http://migre.me/fsCZL” (localizaram a lista no site da H. Stern); “Candidato da Baratinha é Marcelo Freixo do PSOL” (foram checar no Face de Beatriz e descobriram); “ISSO.. TEM QUE JOGAR OVO MESMO…” (zangados porque a repórter foi maltratada por um policial à porta);  “Todos RATOS engravatados, saindo pelos fundos constrangimento é a única arma do povo!!” (houve uma hora em que os convidados conseguiram sair pela porta da Av. Copacabana);  “deixem suas mensagens de parabéns ao noivo”.
Vou omitir palavrões, baixarias e violências. Se é que já não transcrevi demais disso.
A horas tantas, chegou ao hotel a diretora-geral, Andréa Natal, que por força do cargo mora no Copa. Entrou pela porta lateral da Pérgola, junto ao Edifício Chopin. Aflita, vendo aquela multidão e a gritaria, parou para discutir com os manifestantes, iniciando rápido, bate-boca, logo sustado pelos seguranças, que a transportaram para dentro.
No interior do hotel mais lindo do Brasil, tudo eram maravilhas. No Golden Room, a apoteose do deslumbramento. O decorador Antonio Neves da Rocha plantou no meio do salão uma árvore frondosa, com os galhos alastrando-se por toda a área do teto, de onde pendiam fios com lampadário e buquês de flores. O chão coberto com grama. E a iluminação causava a sensação de se estar numa floresta-lounge, com estofados pretos.
Ali foi o show de Latino, que para entrar só conseguiu pela porta de serviço da Rodolfo Dantas, a da cozinha, driblando os manifestantes. Depois do bundalelê do Latino, houve ali a dança, com o DJ Papagaio e sandálias Havaiana vermelhas para todos os 1050 convidados que compareceram. Foram expedidos 1200 convites. Havia lugares sentados para todos, absolutamente todos.
No Salão Nobre, aquele comprido que sucede ao Golden Room, Neves da Rocha cobriu toda a parede de janelões que dá pra piscina com imenso painel único de Debret (ou seria Rugendas?) com super-mega-imensa-paisagem do Rio de Janeiro, abrangendo nossas montanhas, o mar, a Baía, florestas, do teto ao chão, criando visão fantástica.
Completavam o ambiente lustres enormes cobertos com heras, toalhas de damasco verde musgo cobriam as mesas até o piso.
O mesmo décor de toalhas musgo de damasco se repetia nos salões da frente e nas duas varandas, que foram cobertas e fechadas com paredes de muro inglês, com heras, e os mesmos lustres espetaculares. Cadeiras de medalhão suntuosas. Muito bonito.
Entre os três salões da frente, o do meio foi destinado a ser apenas o Salão dos Doces, com bem-casados da Elvira Bona, doces de Christiana Guinle, chocolates de Fabiana D’Angelo. Chá, café, brownies. O Céu, a Terra e o Mar também…
O champagne era Veuve Clicquot. Uísque Black Label. Aqueles coquetéis de sempre, Bellini, Marguerita etc. Vários bares de caipirinha, saquê etc. O bolo de Regina Rodrigues era um acontecimento, com vários andares, todo branco.
Buffet do Copacabana Palace, muito bem servido e elogiado. Na verdade, eram vários buffets, distribuídos por todos os salões e varandas. Mesas de frios. Pratos quentes. O cerimonial foi de Ricardo Stambowsky. As fotos, de Ribinhas.
Flores de Raimundo Basílio. Não houve exagero de flores, o verde deu o tom. Uma decoração em que prevaleceram o equilíbrio e a elegância. Luxo sem excessos.
Todo esse décor serviu de cenário à mais fantástica coleção de vestidos jamais reunida numa festa no Rio de Janeiro. Esta a opinião que ouvi de vários que lá estiveram, quer como convidados, quer prestando serviço ao evento. Um especialista em moda, que pediu para não ser identificado, falou: “Nunca vi tantos vestidos deslumbrantes como nessa festa. E de gente que ninguém conhece”. Acredita-se que a grande maioria das mulheres com essas roupas sensacionais, vestidos de alta costura, grandes marcas, fosse de convidadas do Ceará, que ocuparam vários apartamentos no hotel. O Copa bombou na festa e na ocupação.
Não apenas os vestidos eram extraordinários. As joias eram também fantásticas. A começar pelas da noiva, usando riviera de brilhantes fantástica no pescoço, dois enormes brilhantes nas orelhas e uma coroinha de ouro e grandes brilhantes, na cabeça, sempre usada pelas noivas da família. O vestido de Beatriz Barata foi obra da estilista Stela Fischer.
Tudo isso foi coordenado pela avó, Glória Barata, que durante a festa várias vezes se lembrou do filho assassinado naquela época da onda de sequestros no Rio de Janeiro. A família pagou o resgate, mesmo assim o jovem não foi poupado. Ela ainda guarda um grande sofrimento. Dona Glória é uma mulher sofrida e amável. Todos os que trabalham com ela e sua família a estimam.
Enquanto o minueto social seguia harmonioso, farfalhante e cintilante, entre as mesas de toalhas verde musgo adamascadas dos salões, no entorno do hotel, a contradança era outra.
Não têm pão? Comam bem-casados!  Da varanda, convidados rebatiam as provocações verbais atirando bem-casados na “plebe” (bem à la Maria Antonieta, que ofereceu bolinhos, lembram?) e remetiam aviõezinhos de notas de R$ 20 (aí, a inspiração já era mais próxima, à la Silvio Santos).
Num crescendo dos protestos, bate panelas, mensagens de Face e Twitter, imagens postadas, provocações, bordões, os ânimos foram se acirrando e não houve nada que se tentasse para apaziguá-los. Ao contrário.
Na portaria do hotel da Av. Copacabana, o motorista de um dos convidados arrancou o celular da repórter “Ninja”, que, como Ninja, deu um salto e conseguiu recuperá-lo, botando o elemento pra correr. Ela recorreu a um policial, que a tratou com impertinência, parecendo alcoolizado. Tudo isso registrado pela câmera Ninja. E a rede social participando, reagindo, se indignando.
Em seguida, correm todos para a Atlântica, prosseguem a gritaria. Uma convidada insiste em deixar o hotel, é impedida e inicia uma briga, quando um convidado, lá da varanda, atira um cinzeiro de vidro na cabeça de um manifestante, que se fere muito.
Vendo aquela imagem ensanguentada na tela da internet, a galera começa a postar desacatos enfurecidamente. A repórter corre para buscar socorro na ambulância de plantão diante do hotel (é lei quando se trata de evento com mais de 600) e o paramédico. Mas o médico não está, “foi lá dentro”. O rapaz machucado tenta entrar no hotel para ser socorrido. Os seguranças e porteiros impedem sua entrada. Está aí cometido o grande erro da noite!
O Copa, neste momento, rompe sua tradição histórica de cordialidade com a população carioca e de diplomacia e assume uma postura hostil.
A multidão na rua se enfurece. A multidão virtual também e passa a convocar o envio geral de comentários negativos à página do hotel na internet. Uma guerra aberta contra o maior tesouro da hotelaria brasileira! Eu, confesso, quase choro. Adoro o Copa. O Copa é o Rio, nossa memória, nossa História.
Mais uns 10, 15 minutos, e chega ao local uma advogada dizendo-se da OAB, localiza uma testemunha da agressão, consegue recolher a “arma do crime”, fragmentos do cinzeiro que atingiu o rapaz, leva os dois para a delegacia, onde faz o registro da ocorrência: “tentativa de homicídio”. A vítima leva seis pontos na cabeça.
cinzeiro na cara

terça-feira, 7 de maio de 2013

Ranking traz radiografia do empreendedorismo nos municípios

07/05/2013 14:21
Estudo com base no Censo foi apresentado nesta terça-feira, 7, junto com o Boletim Radar nº 25

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Secretaria de Assuntos Estratégicos lançaram nesta terça feira, 7, junto com o Boletim Radar nº 25, o Ranking Municipal do Empreendedorismo no Brasil. Por meio dele, é possível observar a taxa de empreendedorismo nos municípios brasileiros, o tempo médio de estudo do empreendedor, seu lucro médio (por mês) e as horas trabalhadas.

Os dados, com base no Censo, foram apresentados na sede do Ipea pelo presidente do Instituto e ministro-chefe interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Marcelo Neri. “Faço o convite para que vocês acessem os estudos (Boletim Radar nº 25 e Vozes da Classe Média) e apresento também algo feito depois do estudo do Radar, este ranking municipal do empreendedorismo”, afirmou. “No estado de São Paulo, por exemplo, Ilha Comprida é o município com a maior taxa de empreendedorismo.”

O ranking mostra que a maior taxa de empreendedorismo está no Pará, e capital do empreendedorismo é Belém. No extremo oposto do país, encontra-se o município com a maior taxa nacional: Passa Sete, no Rio Grande do Sul. Dos 5.565 municípios, o maior lucro médio foi observado em Buritinópolis (GO).

Neri abriu o evento de lançamento do Radar nº 25. Segundo ele, houve uma preocupação inicial com a queda do empreendedorismo observada recentemente no Brasil. “Mas, depois, notamos que trata-se de uma queda do empreendedorismo de subsistência. Muitos optaram por ser empregado com carteira. Houve no Brasil emprego forte do emprego formal, cujas causas ainda não estão claras”, explicou.

O presidente do Ipea complementou que o grande desafio do empreendedor é a falta de mercado e ressaltou que os empreendedores que mais cresceram foram mulheres, negros, moradores das periferias, das cidades nordestinas e de baixa escolaridade.

Novidade: internet quântica é utilizada há dois anos


Se você acompanha notícias sobre avanços tecnológicos, sabe que um dos próximos passos na evolução dos computadores é a computação quântica. Dessa maneira, as máquinas do futuro passariam a ser mais rápidas, além de contar com uma capacidade de armazenamento e processamento de dados maior.
Agora, os cientistas do Laboratório Nacional de Los Alamos podem ter desenvolvido a internet do futuro. Os responsáveis pelo projeto já utilizam esse possível substituto há dois anos, com o objetivo de testar o seu funcionamento — e, como algumas pessoas podem ter imaginado, esse novo “produto” é conhecido como internet quântica.

Segurança em um novo nível

Toda vez que alguém tenta medir um objeto quântico, o alvo de estudo se altera — ou seja, é impossível de ser medido. O pessoal de Los Alamos conseguiu aplicar essa característica a uma rede, fato que “turbinou” a segurança deste tipo de conexão e tornou a interceptação de mensagens simplesmente impossível.
O problema é que essa característica também possibilita a comunicação apenas entre dois pontos, de modo que uma terceira pessoa, por exemplo, receberia dados ininteligíveis. No entanto, os pesquisadores conseguiram utilizar um roteador, possibilitando a transmissão de dados entre partes variadas.
Contudo, o único problema é o fato de que toda a segurança fica por conta da central que cuida do roteador. Com isso, qualquer problema nessa área deixaria a rede completamente exposta. Por conta disso, só podemos esperar que as pesquisas futuras consigam resolver mais essa brecha.
 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

ESTADO ENVIA PARA A ALERJ PROJETO DE LEI DE REAJUSTE DE 7% PARA O MAGISTÉRIO


 30/04/2013 - 17:54h - Atualizado em 30/04/2013 - 17:54h 

Aumento acumulado nos últimos três anos foi de 30,31%. Em maio, serão pagos também R$ 500 de auxílio-qualificação

O Governo do Estado do Rio de Janeiro enviará, neste mês de maio, projeto de lei para a Assembleia Legislativa com o aumento salarial para o magistério. O reajuste de 7% valerá a partir de 1º de junho, e será depositado em julho na conta dos servidores. Com o acréscimo, o salário inicial para professor de 30 horas semanais – maior volume de concursados Seeduc desde 2011 – será de R$ 2.009,88.

Também neste mês de maio serão pagos R$ 500 de auxílio-qualificação a cerca de 60 mil docentes regentes de turma, para a aquisição de bens pedagógico-culturais. O investimento é de aproximadamente R$ 30 milhões.

O Estado do Rio de Janeiro está entre os entes federativos que pagam acima do piso nacional dos docentes, que é de R$ 1.567,00 para 40 horas semanais. Esse reajuste abrange 75 mil professores, 15 mil servidores administrativos e 57 mil inativos.

Com os 7% deste ano, os docentes na rede estadual receberam, desde 2011; 30,31% de reajuste. No ano passado, o aumento foi de 14,11%. Em 2012, o Governo zerou as parcelas do antigo programa Nova Escola, que terminaria apenas em 2015. Já em 2011, o reajuste foi de 9,2%. Ainda em 2011, funcionários administrativos também receberam aumento que variou em até 116.04%.

O atual Governo do Estado reajustou o salário de um docente de 16 horas semanais em 98%. Em 2007, a remuneração inicial de um professor com carga horária de 16 horas semanais era de R$ 540,64 por mês. A partir deste ano, o professor passará a receber, pelas mesmas 16 horas semanais, R$ 1.071,95.

A remuneração dos professores é constituída por vencimento-base, triênio por tempo de serviço e enquadramento por formação, além de 12% entre níveis da carreira a cada seis anos. Com o reajuste de 7% concedido este ano, no Estado do Rio a hora/aula passa a valer R$ 16,74. Com o aumento, mesmo o Rio de Janeiro já estando entre os estados que pagam acima do piso nacional, o novo valor levará o estado a ficar entre os quatro que mais valorizam seus docentes. Atualmente, a hora/aula nacional, para uma jornada de 40 horas semanais de acordo com o piso nacional de R$ 1.567, é de R$ 9,79.

No projeto de lei a ser enviado à Alerj haverá, ainda, a criação das funções de Agente de Acompanhamento da Gestão Escolar e de Assistente Operacional (coordenador de turno) de unidade escolar, a serem preenchidas exclusivamente por servidores públicos efetivos da Seeduc. E também a adequação da tabela salarial de professor de Inspeção Escolar para 25h.

Também constará da mensagem que o professor poderá solicitar o enquadramento em qualquer período do ano; e fica, ainda, autorizado o exercício da função de Secretário Escolar aos servidores administrativos educacionais da Seeduc, desde que comprovada a qualificação mínima necessário para a vaga.

O reajuste vale para os todos os servidores da Educação estadual, ativo e aposentados, e para o Degase.
 

Pacote de benefícios

Desde 2011, a Secretaria de Estado de Educação vem implementando um pacote de benefícios para a categoria.

(a) Auxílio-transporte (proporcional à carga horária trabalhada – os valores variam de R$ 57,60 a R$ 110,40/mês);

(b) Auxílio-qualificação (para consumo de produtos e serviços pedagógico-culturais), para professores em regência de turma (valor mínimo de R$ 500,00 pago em parcela única);

(c) Auxílio-alimentação (R$ 160,00 por servidor/mês);

(d) Auxílio-formação (curso de formação continuada para professores regentes de turma – com bolsa de R$ 300,00/mês – o curso também é pago pela Seeduc).

Certificação

Ainda este ano, a Secretaria de Estado de Educação implementará o programa voluntário de Certificação para Professores, que é mais uma forma que o docente da rede estadual terá para obter melhoria salarial. É o terceiro mecanismo que possibilitará ao professor aumentar seus vencimentos. O reajuste salarial anual permanecerá.
 
A segunda medida é a remuneração variável, com pagamento de bônus, por metas atingidas pela unidade escolar. Nesse caso, se uma escola atingir a meta estipulada de acordo com a sua realidade, todos os servidores daquele colégio recebem o bônus. Desde o diretor à merendeira. E uma unidade não concorre com a outra. Cada uma tem a sua meta própria e, se atingir, todos ganham.

A terceira forma, que terá início em 2013, é a certificação. Esse é um pagamento mensal. O professor poderá triplicar seu salário. Mas para isso, terá que ser certificado. Esse reajuste, que poderá ser levado para a aposentadoria, será por mérito individual.

Exemplos:
Carreira - % anual / + 22% a cada 6 anos de carreira (10% de triênio + 12% a cada 5 anos – interstício)

Bonificação por metas – docente recebe de acordo com as metas atingidas pela escola na qual dá aula

Certificação – professor é certificado pela Seeduc após passar por uma prova / há três níveis de Certificação / a cada 5 anos terá que renovar a certificação / leva para aposentadoria / Exemplo de Certificação abaixo: docente 30h
 
2013 – Júnior – R$ 2.009,88 + R$ 1.000 = R$ 3.009,88

2014 – Plena – R$ 2.009,88 + R$ 2.000 = R$ 4.009,88

2015 – Sênior – R$ 2.009,88 + R$ 4.000 = R$ 6.009,88
 
Portanto, com 3 anos de carreira, o docente poderá receber R$ 6.065; fora o bônus anual, caso sua unidade escolar atinja as metas pré-estabelecidas; e fora as gratificações incorporadas com a certificação externa já existente, como mestrado, doutorado, que não deixam de ser uma certificação e fazem o salário aumentar. A nova proposta é uma certificação a mais, só que interna.
 

1/3 da hora/atividade

No Estado do Rio de Janeiro, a hora-atividade passa de 1/3. Cada hora-atividade em sala de aula equivale a 50 minutos. Portanto, considerando que cada tempo de aula equivale a 50 minutos, o Rio de Janeiro já cumpre 1/3 de atividades complementares/planejamento.
 

Veja abaixo a tabela com os novos vencimentos:

 CARGO
REF
2012
2013
  
VENCIMENTO BASE

  

  
PROFESSOR DOCENTE I - 16 HORAS
3
1.001,82
1.071,95
  
4
1.122,03
1.200,57
  
5
1.256,67
1.344,64
  
6
1.407,16
1.505,66
  
7
1.576,38
1.686,73
  
8
1.765,54
1.889,13
  
9
1.977,40
2.115,82
  




  
PROFESSOR  30 HORAS
1
1.878,40
 2.009,88
  
PROFESSOR EX-FAEP DOCENTE II 40 H



  



  



  



  
5
2.513,35
2.689,28
  
6
2.814,96
3.012,01
  
7
3.152,75
3.373,44
  
8
3.531,08
3.778,26
  
9
3.954,80
4.231,64
  




  
PROFESSOR EX-FAEP DOCENTE I 40 H
3
2.504,53
2.679,85
  
4
2.805,09
3.001,45
  
5
3.141,69
3.361,61
  
6
3.518,70
3.765,01
  
7
3.940,93
4.216,80
  
8
4.413,85
4.722,82
  
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terça-feira, 5 de março de 2013

Renda do trabalhador sem carteira cresceu mais em 2012

Desempenho do mercado de trabalho permitiu aumento generalizado nos rendimentos

A diferença entre os rendimentos de trabalhadores com e sem carteira diminui em 2012. Essa é uma das conclusões da 54ª edição do boletim Mercado de Trabalho: conjuntura e análise, lançado nesta segunda-feira, 4, no Rio de Janeiro. A publicação foi apresentada por seu editor, o diretor-adjunto de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Carlos Henrique Corseuil.

“Apesar da redução, isso não se deve a uma queda no salário dos trabalhadores com carteira”, apontou Corseuil. O rendimento dos que estão formalizados apresentou aumento de 2% em relação ao ano anterior, porém os trabalhadores sem carteira obtiveram resultado ainda maior, 8%.

A nova edição do boletim Mercado de Trabalho: conjuntura e análise traz um panorama do funcionamento do mercado de trabalho metropolitano em 2012, com a evolução dos principais indicadores da Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PME/IBGE). Os números analisados apontam para um bom desempenho, com destaque para a elevação dos rendimentos e para a diminuição dos níveis de desemprego e informalidade.

Questionado se o cenário de aumento de renda irá se repetir em 2013, Corseuil afirmou que é possível, devido a alta na demanda por trabalhadores: “há uma maior liberdade para os trabalhadores barganharem salários mais altos”.

A 54ª edição da publicação apresentou uma novidade: a seção chamada Política em Foco, que analisa as políticas públicas de trabalho e renda, bem como apresenta uma série de programas e iniciativas governamentais relacionadas ao mercado de trabalho.

Leia o boletim "Mercado de Trabalho: conjuntura e análise nº 54"